sábado, 14 de março de 2020

Bebianno morre no Rio aos 56 anos


Diário do Centro do Mundo

Ele foi uma das figuras mais próximas ao presidente durante a campanha e atuou como um dos conselheiros.

Ganhou a confiança de Bolsonaro a ponto de dirigir o partido durante a eleição e de acompanhar de perto a recuperação do então candidato após o episódio da facada.

Dizia que foi demitido “única e exclusivamente por implicância do Carlos e do Eduardo” e não pelas denúncias de irregularidade na distribuição de verbas.

Foi chamado de mentiroso por Carlos e decidiu divulgar áudios de conversas suas com o ex-amigo e líder.

Classificou Bolsonaro, em uma de suas últimas entrevistas, como alguém que se achava “um enviado divino, de Deus, com filhos maravilhosos que vai salvar o Brasil, e isso dá uma amostra de uma personalidade absolutista”.

Num Roda Viva recente, afirmou que Carlos atrapalhou o esquema de segurança do dia em que Jair Bolsonaro levou uma facada durante um comício em Juiz de Fora (MG), em setembro de 2018.

“A única viagem que o Carlos fez conosco foi essa de Juiz de Fora e ainda deu azar. Atrapalhou o esquema de segurança, o que resultou no não uso do colete [à prova de balas] e naquela tragédia da facada”, disse Bebianno em entrevista ao “Roda Viva”, falou.

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