Num só dia dez mil desempregados anunciados, metade no setor público, no Banco do Brasil, metade no privado, a Ford.
Em breve, numa emissora de TV, um comentarista explicando que a reforma trabalhista não gerou novos empregos, nem era essa a ideia, só mesmo diminuir os custos do emprego e formar uma grande massa de desempregados para baratear ainda mais a mão de obra. Daqui a pouco, bancário e metalúrgico vai aceitar trabalhar por um pote de farinata.
Brincadeirinha, ninguém vai falar isso na TV. Nem explicar porque a Ford preferiu o governo comedor de criancinhas da Argentina. Nem dizer que o desmonte para futura privatização do Banco do Brasil é das coisas mais terríveis e corrosivas para a Economia do país que poderia acontecer.
Tá tudo bem, vai tudo ficar bem, a gente só precisa passar as reformas.

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