A ditadura militar na Argentina recebeu historicamente o tratamento que merecia: os ditadores foram presos e as instituições restauradas pela democracia, com a certeza de que aquilo nunca mais acontecesse ou fosse jamais perdoado.
No Brasil, o tratamento foi outro: uma lei de anistia foi suficiente para se passar pano nessa barbárie e permitir, agora, a volta daquele mesmo Estado autoritário e torturador, pelas mãos de muitos dos mesmos protagonistas de então.
Nossa história precisa nos ensinar alguma coisa. Quem apoiou ou trouxe Bolsonaro para o protagonismo do Estado não pode ser perdoado jamais. Não basta agora dizer que retirou o apoio ao fascista genocida com as mãos sujas desse sangue nacional.
Lembrem-se de Doria em sua campanha a governador do estado de SP. Ele é um desses que têm as mãos com sangue nacional.

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