Moisés Mendes
São muito complexas as mensagens cifradas enviadas pelo bolsonarismo. É coisa do nível de um Nostradamus.
No dia 12 de junho, o general Luiz Eduardo Ramos, ministro chefe da Secretaria de Governo, disse:
“Não estica a corda".
No dia 16 de junho, o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou:
“A bola é de couro, o couro vem da vaca e a vaca come grama”.
Hoje, Bolsonaro largou essa:
“Eu não vou ser o primeiro a chutar o pau da barraca”.
Quem estica a corda, quem é a vaca e quem será o primeiro a chutar o pau da barraca? Quem é a barraca?
O bolsonarismo é cada vez mais aquele tio bêbado do churrasco de domingo que só come o coraçãozinho de galinha assado para as crianças.
Tudo isso quer dizer que, se houver golpe, terá acontecido pela nossa incompetência em matar as charadas infantis deles.

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