terça-feira, 24 de novembro de 2020

Mensagem na garrafa


2020

Segunda onda no Brasil é fruto da irresponsabilidade, diz virologista

Profissional de saúde acredita que o País se aproxima de um novo pico da Covid-19

Fonte: - iG Saúde 

Enquanto os países europeus enfrentam novas restrições para conter uma nova - e ainda mais contagiosa - onda da Covid-19 , o cenário do Brasil divide opiniões entre profissionais da ciência, gestores e população em geral. De acordo com o virologista e delegado do conselho de Biomedicina do Rio de Janeiro, Raphael Rangel, porém, o novo pico da doença é visível e não deve ser ignorado.

“Hoje, no Rio de Janeiro, estamos com 92% dos leitos de UTI ocupados por pacientes da Covid-19. De meados de outubro pra cá, a gente observa um cenário próximo ao colapso”, diz.

Nesta terça-feira (24), a secretaria estadual de Saúde do Rio de Janeiro anunciou a  suspensão temporária de cirurgias eletivas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com o objetivo de aliviar a pressão nos hospitais.

Além disso, novos leitos foram disponibilizados aos pacientes da Covid-19. A suspensão das cirurgias também foi uma decisão do estado de São Paulo , após aumento de 18% no número de internações nas redes pública e privada. 

De acordo com um balanço divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além do Rio de Janeiro e São Paulo, outros 14 estados brasileiros registram tendência moderada ou forte de alta de casos da doença: Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Apesar das constantes comparações com a segunda onda na Europa - onde uma possível mutação do novo coronavírus (Sars-CoV-2) se espalhou durante o verão no continente - o profissional de saúde acredita que o contexto brasileiro está mais relacionado à não-obediência das regras para redução do contágio.

“A segunda onda pode acontecer por mutações, mas não acredito que seja isso que está ocorrendo no Brasil. As regras de distanciamento social não estão sendo respeitadas, os governantes não voltam atrás das medidas de flexibilização. Existe uma grande irresponsabilidade no combate à pandemia”, opina. 

Sobre a divergência entre profissionais da área, porém, Rangel explica que as divergências sobre a existência ou não de uma segunda onda, “gira em torno da baixa testagem no país”, que não permite uma análise apurada sobre o comportamento da doença na população. “Surgem dúvidas sobre os resultados represados, sobre a possibilidade do que vemos agora ser um dado antigo”.

“O Brasil falhou muito. É inadmissível que, meses após o início da pandemia, a gente ter testes PCR prestes a vencer dentro de um galpão, isso só mostra a ineficiência que o Brasil tem no combate à pandemia , com pessoas inexperientes, que não são da área, na gestão dessa crise”, diz o virologista, que utiliza, como exemplo, o ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello, que não possui qualquer formação na área médica.

A defesa do Ministério da Saúde sobre os 6,8 milhões de testes estocados , cujo preço na rede privada é de cerca de R$ 300, é de que a distribuição e organização dos exames é uma responsabilidade de cada secretaria estadual, cabendo à pasta apenas a demanda de adquirir os testes. Os estados, por sua vez, alegam que muitos dos kits estão incompletos, dificultando a análise laboratorial após a coleta. 

Brasil passa de 170 mil mortes pela Covid-19

 

Com indícios de uma segunda onda chegando no País, óbitos nas últimas 24 horas foram 630 e casos confirmados, 31.100

Fonte: - iG Saúde

O Brasil ultrapassou nesta terça-feira (24) a marca de 170 mil mortes pela Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). Com indícios de uma segunda onda chegando no País, os óbitos registrados nas últimas 24 horas foram 360, enquanto os novos casos confirmados foram 31.100. Os dados são do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

De acordo com o conselho, as novas contaminações fizeram o total de pacientes com a doença chegarem a 6.118.708. Já as vítimas da doença são 170.115 pessoas. A taxa de letalidade da Covid-19 no Brasil está em 2,8%.

Os dados incluem pessoas sintomáticas e assintomáticas, o que significa dizer que, nesse último caso, são pacientes que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

Na segunda-feira (23), o número de óbitos era 169.485, enquanto o de pessoas com a doença era de 6.087.608.

São Paulo continua sendo o estado que tem mais mortes, com 41.455 das 170.115 ocorrências. A letalidade é de 3,4% no estado. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro, com 22.141 mortes e letalidade de 6,5%.

No quadro de casos confirmados, São Paulo também lidera a lista. O estado tem 1.215.844 pessoas infectadas pelo coronavírus. Em segundo lugar vem a Minas Gerais, com 399.536 vítimas de contaminação, sendo seguido por Rio de Bahia (387.786), Rio de Janeiro (340.833) e Ceará (292.633).

O estado menos afetado é o Acre, que tem registro de 715 mortes e soma 35.053 casos confirmados de contaminações pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.

Taxa de transmissão da covid no Brasil é a maior desde maio

Imperial College: Taxa de transmissão da covid no país é a maior desde maio

Do UOL, em São Paulo


A taxa de transmissão (rt) do novo coronavírus voltou a subir no país e já é a maior desde maio, de acordo com dados divulgados hoje pelo Centro de Controle de Epidemias do Imperial College, de Londres.

Nesta semana, a taxa passou a ser de 1,30, contra 1,10 no último balanço divulgado em 16 de novembro. Esse é o maior número desde a semana de 24 de maio, quando o índice atingiu 1,31.

A taxa de transmissão indica para quantas pessoas um paciente infectado consegue transmitir o vírus. Quando ele é maior que 1, cada infectado transmite a doença para mais de uma pessoa.

Com base nos novos número do Imperial College, um grupo de cem infectados transmitem o vírus para outras 130 pessoas, fazendo com que a doença se espalhe mais rapidamente.

Média de mortes avança no Brasil

De acordo com o levantamento divulgado ontem à noite pelo consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte, o Brasil soma 6.088.004 de casos e 169.541 mortes provocados pela covid-19 desde o início da pandemia.

Com uma média de 496 mortes nos últimos sete dias, o país teve uma variação de 51% com relação à taxa de duas semanas atrás, o que indica tendência de alta da média de óbitos.

De acordo com o Ministério da Saúde, 5.445.095 pessoas se recuperaram da doença e outras 473.028 seguem em acompanhamento.

Três regiões em alta

Segundo os dados do consórcio de veículos de imprensa, três regiões apresentaram tendência de aceleração na média de mortes: Centro-Oeste (42%), Sudeste (118%) e Sul (19%). Nordeste (-4%) e Norte (11%) tiveram estabilidade.

Onze estados tiveram alta nesta mesma taxa. Outros seis permaneceram estáveis e nove estados e o Distrito Federal registraram queda na média de óbitos.

É importante ressaltar, entretanto, que as altas em alguns estados podem ser explicadas pelo apagão de dados que o país viveu no início de novembro. No dia 6, a plataforma de registro de mortes por covid-19 do Ministério da Saúde começou a apresentar problemas e diversos estados relataram dificuldades em inserir dados na plataforma e-SUS.

O estado de São Paulo, por exemplo, foi um dos mais afetados, ficando sem divulgar mortes por cinco dias consecutivos.

Para medir a situação das mortes por causa da covid-19, especialistas indicam usar a média móvel dos óbitos, que calcula a média de registros observada nos últimos sete dias. A operação é a mais adequada para observar a tendência das estatísticas, por equilibrar as variações abruptas dos números ao longo da semana.

O consórcio de veículos de imprensa adotou esse período para verificar as oscilações na média móvel. É possível falar em queda nos números quando a diminuição é maior do que 15% se verificado nos últimos 14 dias —no caso, o período das duas últimas semanas. Caso os números aumentem mais do que 15%, há aceleração da epidemia. Valores intermediários indicam estabilidade.

A democracia representativa que não representa ninguém

Porto Alegre, Curitiba e Campinas foram as grandes cidades com maiores abstenções eleitorais. No caso de Campinas, com 31% dos eleitores ausentes, superou a somatória dos votos dos dois candidatos que passaram para o segundo turno. Algo estranho na democracia representativa.

Marcio Pochmann


Amapá: segunda onda


Laerte

Moro e a defesa de um corrupto


Cristina Serra
 

Ex-ministro da Justiça foi contratado por bilionário israelense acusado de corrupção, sonegação e lavagem de dinheiro

Deve-se ao repórter Rafael Neves, do site The Intercept, a informação de que Sergio Moro foi contratado pelo bilionário israelense da mineração Benjamin Steinmetz. A encomenda para Moro é um parecer jurídico a ser usado pela defesa do empresário, na Justiça britânica, numa disputa contra a brasileira Vale, de quem já foi sócio na Guiné.

O bilionário é acusado de ter corrompido o governo do país africano para obter uma licença de exploração de minério de ferro. Steinmetz também é alvo da Justiça na Suíça (onde já esteve preso), nos Estados Unidos e em Serra Leoa por suspeita de lavagem de dinheiro, sonegação de impostos, violações de direitos humanos e à legislação ambiental. Ele nega os crimes.

Discretamente, Moro tenta se reconstruir como advogado e recompor o caixa, enquanto se articula para 2022. Como mostrou a série Vaza Jato, do atento The Intercept, ele encarnou a figura do juiz-acusador à frente da Operação Lava Jato, que comandou por mais de quatro anos.

O juiz agiu como parceiro do Ministério Público, desequilibrando a condução da operação do ponto de vista jurídico. Sua máquina de vazamentos seletivos de delações comprometeu a isenção da cobertura jornalística, contribuiu para a demonização da atividade política e abriu caminho, na eleição de 2018, para a ascensão da extrema direita que defende a tortura.

Moro aceitou alegremente ser ministro de Bolsonaro sem ter manifestado incômodo com as graves evidências de ligação da família do chefe com rachadinhas e milicianos. Defendeu política de segurança autoritária e só deixou o governo após ter sido moído por Bolsonaro na disputa pelo controle da Polícia Federal, a joia da coroa do ministério da Justiça.

Para 2022, a variante do bolsonarismo tenta se apresentar com a fantasia do centro político equidistante dos “extremos”. O projeto conta com a lerdeza da Segunda Turma do STF, que não faz o menor esforço para concluir julgamento do pedido de suspeição de Moro como juiz na Lava Jato.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Fome e miséria abundam nos Estados Unidos

'Há nesse momento uma crise social que está se agravando nos EUA' 

Kennedy Alencar fala sobre insegurança alimentar nos Estados Unidos. Ele destaca que esse é um problema que existe no país e que está aumentando com a Covid-19. Antes da pandemia, eram 35 milhões de americanos com insegurança alimentar. Hoje são 50 milhões. Problema se agrava ainda mais porque o presidente Donald Trump bloqueia uma negociação no Congresso para votar um novo pacote de estímulos.


Previsões para o futuro

O chefe do programa espacial dos EUA, criminoso nazista Von Braun, acreditava 
que a Lua estaria colonizada até 2.000. Quase acertou.


Astronomiaum

Essa é uma notícia do jornal 'A Tarde' de 1972 que previa a colonização humana da Lua no ano 2000. Já estamos quase em 2021 e com previsão da Missão Artemis, próxima missão de levar humanos à Lua em 2024, sofra adiamento.

Bolsonaro vai deixar vencer e jogar no lixo mais testes RT PCR do que a rede pública fez até aqui

1- Brasil vive a iminência de uma nova onda de coronavírus, amarga 170 mil mortes e centenas de pessoas seguem sem acesso a testagem. Enquanto isso, 6,8 milhões de testes vão perder a validade!
2- A testagem em massa ajuda e muito a impedir a proliferação do vírus e garante tratamento adequado para quem for diagnosticado com a doença. Mas o governo genocida de Bolsonaro está se lixando pra isso! Negligência todo o combate ao vírus e assiste a cada dia e mais mortes. 

3- Brasil tem testes disponíveis, mas não distribui por pura falta de competência em organizar uma logística! Esse governo é incompetente e irresponsável. Pazuello precisa ser demitido e uma força-tarefa criada para organizar o combate ao coronavírus! 

4-Bolsonaro é o grande responsável pelas mortes e também pelo aprofundamento da crise econômica. Negligência o combate à doença e segue alimentando sua guerra ideológica. 

Depois da visita do Anticristo, começa o Armagedon em Macapá

Notícias do Amapá


domingo, 22 de novembro de 2020

O que existe no Brasil

                Duke

Paranaenses inovam na geometria



"Círculo" central do Estádio da Curva, em Cambé - PR


Damares fica horrorizada com pederastia presidencial


A mídia escravagista está tentando meter a bala de prata no PT nessas eleições


Vinícius Carvalho

Nessa eleição municipal a imprensa brasileira está fingindo uma certa consonância com a "esquerda antipetista" e o "centro antipetista", mas na verdade estão pavimentando algo muito maior e pior.

Na ânsia de isolar e tentar meter a bala de prata no PT, estão reposicionando quadros do campo político historicamente alinhados com a direita brasileira e, principalmente a direita oligárquica, que teve seu protagonismo no início da Nova República, aquela que saiu dos intestinos da ditadura militar e da ARENA, e trazendo tais figuras para o "centrão".

Estão introduzindo NA MARRA aqui no Brasil a escala ideológica dos Estados Unidos. Onde para ser de centro-esquerda ou esquerda, BASTA defender as liberdades civis e individuais, basta não querer que gays e negros morram. Basta isso para ser de esquerda por lá.

Mas NINGUÉM ousa mexer no sistema econômico. E é mais do que óbvio, é justamente isso que os agentes neoliberais desejam para país. Isso seria o sonho dourado das Globo News, dos Manhattan Connection e dos Institutos Millenium da vida.

Faz sentido isso nos EUA? Talvez. Eles já não debatem classe-social desde os anos 60 e sequer ousam qualquer movimento econômico mais social desde o governo Carter. Aparentemente por lá não anda dando muito certo também, afinal a renda do trabalhador estadunidense está estagnada desde os anos 80.

Mas no Brasil, para ser de esquerda É ESSENCIAL ter um projeto e uma pauta econômica minimamente social. O Brasil é um país de terceiro mundo, que saiu do mapa da fome pela primeira vez em mais de 500 anos durante os anos 2000 e já voltou. Desindustrializado, com uma renda per capita pífia e quase 100 milhões de pessoas abaixo da linha da pobreza nessa pandemia.

É ESSENCIAL FAZER DISCURSO DE IGUALDADE RACIAL, DE GÊNERO E DE LIBERDADES INDIVIDUAIS, MAS APENAS ISSO NÃO BASTA PARA SER ESQUERDA NO BRASIL. 

Até porque, convenhamos, Hélio Bolsonaro, Agustin Fernandez (o maquiador fascista), Daniela Reinehr e Fernando Holiday estão aí e não nos deixa mentir.

Portanto, não é porque uma Marina Silva não é nazista, que não quer dizer que ela seja automaticamente de centro. NÃO SE É DE CENTRO OU DE CENTRO-ESQUERDA NO BRASIL DEFENDENDO INDEPENDÊNCIA DO BANCO CENTRAL.

ACM Neto e Rodrigo Maia eu já nem me refiro porque aí é sacanagem. Um é oriundo direto de uma das oligarquias mais violentas, fascistas e assassinas que esse país já viu, a do Antônio Carlos Magalhães. 

O outro é filho e herdeiro de César Maia, que para quem não se lembra foi o menino neoliberal do FHC no Rio de Janeiro nos anos 90, junto com o assecla Marcelo Alencar (e ambos eram brizolistas que traíram o Brizola). Cesar Maia foi também o homem que promovia banhos coletivos de creolina em moradores de rua. Prática para nazista nenhum botar defeito. 

Rodrigo Maia e ACM Neto podem ser indispostos com o Jair Bolsonaro, mas é muito mais por causa de suas trapalhadas, porque não é eficiente o suficiente para promover as reformas ultraliberais e assassinas idealizadas por Paulo Guedes, do que por discordância ideológica.

Lembrem-se, a nova reforma da previdência brasileira, assassina, covarde, criminosa e que vai relegar milhões de idosos à miséria, é 100% do Rodrigo Maia.

Alguns, mais caras-de-pau, sorrateiramente pescam nessa direita figuras e quadros e dão para eles agora a pecha "centro-esquerda". Que lindo.

Aí vira briga de cracudo: PCB e figuras do PSOL de um lado chamando o PT de neoliberal e reacionário; PSDB, PSL, NOVO e bolsonaristas do outro chamando o PT de comunista.

Um jogo de compadres que agrada aos dois lados e alimenta as taras e desejos inconfessáveis de outras figuras do cenário político que estão ressentidas até hoje com a ida do Haddad ao segundo turno em 2018, convenhamos.

Centrão? Só se for o centro do cu do neoliberalismo.

Em SP, estão achando que a Folha, que o Felipe Neto, que a Tabata Amaral, que a Marina Helou, que os Lehman, que essa fissura no Instituto FHC de gente do próprio tucanato rachando com o Covas, estão apoiando de coração o Boulos? 

Apoiariam o Tatto no segundo turno? "Ahhh estamos livres do velho petismo, até o Boulos eu aceito apoiar", devem pensar.

Isso é o velho e consistente posicionamento ideológico que deveria ser levado em consideração. Analisar por onde se movem os think tanks neoliberais desse país. O resto é paisagem e conversa pra boi dormir. 

E se tem gente de esquerda que concorda com isso, essa pessoa é nada mais, nada menos do que UDENISTA e ponto final.

Ano em algarismos romanos



Também importam


Duke

Frente ampla contra Bolsonaro? Sim, só que não...




Não contem comigo para reescrever a história recente. Não sou otário, porra.

Gente, eu até entendo o desespero por uma frente ampla (apesar de achar risível - frente ampla e união com filho da puta não é garantia de nada), entendo que o Bolsonaro é um monstro horroroso e precisa ser derrubado a qualquer custo, entendo a necessidade de dialogar com amplos setores do espectro político e blablabla.

Só não entendo como as pessoas engolem facilmente o jogo de palavras e narrativas que tem sido imposto por determinados atores políticos.

Falar que o DEM, antigo PFL, antigo ARENA é "centrão", é sacanagem. Chamar Moro de "centro", é sacanagem.

AGORA, O PIOR DE TUDO:
CHAMAR MARINA SILVA DE CENTRO-ESQUERDA É DE FUDER.

Marina Silva virou de esquerda aonde? Quando?

O diabo é sábio não porque é inteligente, mas porque é velho.

Vocês esqueceram da campanha da Marina em 2014, esqueceram do projeto político dela escrito por Eduardo Gianetti? Quando NEM O PSDB do Aécio tinha coragem de falar em independência de Banco Central e reforma trabalhista com flexibilização da CLT, ela já dizia e colocava isso em plano de governo...

Então, meus amigos, MENOS, BEM MENOS.

Vamos redefinir aí os marcos de esquerda, centro e direita novamente.

A gente sabe que a luta por 2022 é importante, começa agora e blablabla, mas não a qualquer custo. Como eu disse lá em cima, não contem comigo para reescrever a história recente e para fazer o papel de bobo da corte como alguns militantes do PT de São Paulo tem feito, engolindo a narrativa do antipetismo de esquerda goela abaixo e com uma felicidade saltitante.

ABSOLUTAMENTE tudo o que acontece de desgraça no país hoje é reflexo do que ocorreu entre junho de 2013 e abril de 2018. Aceitar em silêncio que os agentes fomentadores de Junho de 2013, bem como os golpistas de 2016 e 2018, Marinas, Maias, Aécios, Moros e etc são condicionantes necessários para superar o bolsonarismo é dar vitória narrativa para o golpe orquestrado lá pelo Aécio Neves.

Não esqueçam, a operação lava-jato e a PEC 37 foram demandas tanto do PSDB quanto dessa esquerda udenista aí também. Não se sintam obrigados a nada.

Chega