quinta-feira, 11 de junho de 2020

A velha classe dominante tradicional - do período colonial - continua no poder nacional.


Ricardo Costa de Oliveira

Bolsonaro refunda e renova Ministério das Comunicações com velhas oligarquias e genro de Silvio Santos. Nepotismo gera nepotismo, assim caminha a nossa tese. A "nova política" - mais do mesmo, como sempre. Casamentos reproduzem a arcaica classe dominante tradicional brasileira em todos rincões. 

Fábio Faria, deputado federal/RN, casado com Patrícia Abravanel, filha do grande empresário e homem da mídia, Sílvio Santos, dono do baú do SBT, é filho do ex-governador do Rio Grande do Norte, Robinson Mesquita de Faria, principal sócio da Rádio Redenção, em Nova Cruz, e  de Maria Nina Salustino, da família do desembargador Tomaz Salustino Gomes de Melo, riquíssimo empresário da mineração em Currais Novos/RN. Neto paterno do empresário e latifundiário Osmundo Araújo de Faria e de Janete Mesquita de Faria. Bisneto de Porcina Araújo de Faria e de Juvenal Justiniano de Faria, fazenda Vapor de Serra Negra do Norte. Trineto de Paulina Umbelina dos Passos e de Júlio Baptista de Araújo, Fazenda Tapuia - Timabaúba dos Batistas, parente dos antepassados do outro ministro bolsonarista, o general Luiz Eduardo Ramos Batista. Quarto neto do Coronel da Guarda Nacional Clementino Monteiro de Faria, descendentes das famílias conquistadoras, povoadoras e latifundiárias do Seridó, no início do século XVIII, de modo que a velha classe dominante tradicional - do período colonial - continua no poder nacional. Rimou!

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