sexta-feira, 19 de junho de 2020

De superministro a colunista de pasquim reacionário

Luis Felipe Miguel

Primeiro, ele posou de Messias. Depois, vendeu-se para ser superministro de outro Messias. O prefixo "super" logo se mostrou tão verdadeiro quanto uma nota de 3 reais, mas ele se acomodou, de olho naquela vaguinha no Supremo. E eis que termina como colunista de um pasquim direitista. É o que se pode chamar de decadência.

O artigo é só para assinantes, então não li. Será que é uma despedida? Afinal, se no momento precisamos de "honra", o único papel que sobra para ele é desaparecer.


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