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quinta-feira, 16 de julho de 2020
segunda-feira, 13 de julho de 2020
O Dia Mundial do Rock não é mundial, nem realmente do rock
Fábio Marton
Perdoem tirar o dia para chover na festa dos outros, mas é gatilho em roqueiro velho (pleonasmo?). O Dia Mundial do Rock é uma jabuticaba. Existem jabuticabas deliciosas, mas não consigo ver mcjabuticabas publicitárias (como o Dia dos Namorados) como algo que mereça ser chamado de rock’n’roll.
O Dia Mundial do Rock foi concebido em 13 de julho de 1985, quando o brutal roqueiro Phil Collins, criador dos hits derretedores de cara Invisible Touch e Paradise, no calor do momento de seu show no Live Aid, sugeriu que aquele dia passasse a ser conhecido como “Dia Mundial do Rock”. (Para quem não pegou a referência: Phil Collins era um astro pop vindo do rock progressivo; no máximo podia ser classificado como soft rock.)
O apelo foi solenemente ignorado pelo resto do planeta. Até, anos depois, ser lembrado por executivos das rádios de rock de São Paulo. Nos anos 90, as FMs 89 e 97 passaram a celebrar o “Dia Mundial do Rock” proposto por Phil Collins, numa tentativa de recuperar fãs do gênero que havia sido mainstream por alguns anos da década anterior, mas perdia espaço para o pagode e o sertanejo. Basicamente como o Dia dos Namorados do pai de João Doria, esse feito para vender roupas. Meio que colou. Não muito.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2020
John Wetton
John Kenneth Wetton (12 de Junho de 1949 – 31 Janeiro de 2017)
Red / Book Of Saturday / Easy Money / Starless
Live 2003
sexta-feira, 10 de janeiro de 2020
Neil Peart, baterista do Rush, morre aos 67 anos
Folha
O baterista e principal letrista do Rush, Neil Peart, morreu na última terça (7), aos 67 anos, na cidade de Santa Monica, na Califórnia. A informação foi divulgada nesta sexta (10), pela Rolling Stone.
Segundo a revista americana, Peart morreu em decorrência de um câncer no cérebro. Um representante da família disse que ele havia sido diagnosticado com a doença há três anos.
A morte de Peart foi lamentada nas redes sociais do Rush. "Temos que compartilhar esta notícia terrível, de que na última terça nosso amigo, irmão de alma e companheiro de banda por mais de 45 anos, Neil, perdeu uma batalha incrivelmente dura, por três anos e meio, contra um câncer no cérebro."
O comunicado pede aos fãs e à imprensa que respeitem a privacidade da família no momento difícil. A quem quiser expressar seus sentimentos pelo baterista, o Rush indica fazer uma doação, sob o nome de Peart, a qualquer instituição de caridade ou grupo de pesquisas sobre câncer.
Nascido em setembro de 1952, em Ontário, no Canadá, Neil Peart era conhecido pela virtuosidade como instrumentista, sendo um dos bateristas mais importantes da história do rock. Ele começou a tocar na adolescência, e era fã de Keith Moon, lendário baterista do The Who.
Peart entrou para o Rush em 1974, no lugar do então baterista John Rutsey. Ao lado do vocalista e baixista Geddy Lee e do guitarrista Alex Lifeson, ele participou da transformação que fez do trio uma das bandas mais influentes no rock progressivo e no heavy metal das décadas seguintes.
Peart também era fã de literatura. O baterista "devorava" livros de Gabriel Garcia Márquez e Ernest Hemingway. Também já escreveu diversas obras e publicou artigos e contos. A influência dos escritores foi passada para as letras introspectivas e intimistas que o músico fez para o Rush.
Entre os bateristas influenciados por Peart estão gigantes como Lars Ulrich, do Metallica, Mike Portnoy, do Dream Theater, e Stewart Copeland , do The Police. Um dos pontos altos dos shows do Rush, inclusive, eram os solos de bateria, que poderia durar mais de dez minutos.
Além de influências de bateristas de rock, como Moon e John Bonham, do Led Zeppelin, com o passar do tempo, Peart começou a se interessar por jazz. Nos anos 1990, já considerado um dos maiores bateristas do rock, ele estudou jazz com Freddie Gruber, baterista que havia tocado com Charlie Parker.
Com um estilo técnico e preciso, Peart viveu seu auge nos anos 1970 e 1980, na era clássica do rock. Entre 1975, com "Fly by Night", e 2012, com "Clockwork Angels", o baterista lançou 18 discos de estúdio com o Rush, angariando sete indicações ao Grammy.
Em agosto de 1997, Peart perdeu sua única filha, Selena, de 19 anos, em um acidente de carro. Menos de um ano depois, em junho de 1998, sua mulher, Jaqueline Taylor, morreu vitimada por um câncer.
Na época, ele chegou a dizer aos companheiros de banda que iria se aposentar, e embarcou numa viagem de moto sem rumo pelos Estados Unidos. Peart registrou esse período no livro "Ghost Rider - A Estrada da Cura", lançado em 2002 no exterior e em 2014 no Brasil.
Os dramas pessoais obrigaram o Rush a parar por um longo período e a imprensa internacional chegou a anunciar o fim da banda. Em setembro de 2000, o baterista se casou novamente, com a fotógrafa Carrie Melissa Nuttall, e o trio voltou às atividades em 2001.
Peart subiu ao palco com o Rush pela última vez em 2015, na turnê que marcou a despedida da banda da estrada. O baterista deixa a mulher, Carrie, e a filha, Olivia, além de uma legião de fãs.
Segundo a revista americana, Peart morreu em decorrência de um câncer no cérebro. Um representante da família disse que ele havia sido diagnosticado com a doença há três anos.
A morte de Peart foi lamentada nas redes sociais do Rush. "Temos que compartilhar esta notícia terrível, de que na última terça nosso amigo, irmão de alma e companheiro de banda por mais de 45 anos, Neil, perdeu uma batalha incrivelmente dura, por três anos e meio, contra um câncer no cérebro."
O comunicado pede aos fãs e à imprensa que respeitem a privacidade da família no momento difícil. A quem quiser expressar seus sentimentos pelo baterista, o Rush indica fazer uma doação, sob o nome de Peart, a qualquer instituição de caridade ou grupo de pesquisas sobre câncer.
Nascido em setembro de 1952, em Ontário, no Canadá, Neil Peart era conhecido pela virtuosidade como instrumentista, sendo um dos bateristas mais importantes da história do rock. Ele começou a tocar na adolescência, e era fã de Keith Moon, lendário baterista do The Who.
Peart entrou para o Rush em 1974, no lugar do então baterista John Rutsey. Ao lado do vocalista e baixista Geddy Lee e do guitarrista Alex Lifeson, ele participou da transformação que fez do trio uma das bandas mais influentes no rock progressivo e no heavy metal das décadas seguintes.
Peart também era fã de literatura. O baterista "devorava" livros de Gabriel Garcia Márquez e Ernest Hemingway. Também já escreveu diversas obras e publicou artigos e contos. A influência dos escritores foi passada para as letras introspectivas e intimistas que o músico fez para o Rush.
Entre os bateristas influenciados por Peart estão gigantes como Lars Ulrich, do Metallica, Mike Portnoy, do Dream Theater, e Stewart Copeland , do The Police. Um dos pontos altos dos shows do Rush, inclusive, eram os solos de bateria, que poderia durar mais de dez minutos.
Além de influências de bateristas de rock, como Moon e John Bonham, do Led Zeppelin, com o passar do tempo, Peart começou a se interessar por jazz. Nos anos 1990, já considerado um dos maiores bateristas do rock, ele estudou jazz com Freddie Gruber, baterista que havia tocado com Charlie Parker.
Com um estilo técnico e preciso, Peart viveu seu auge nos anos 1970 e 1980, na era clássica do rock. Entre 1975, com "Fly by Night", e 2012, com "Clockwork Angels", o baterista lançou 18 discos de estúdio com o Rush, angariando sete indicações ao Grammy.
Em agosto de 1997, Peart perdeu sua única filha, Selena, de 19 anos, em um acidente de carro. Menos de um ano depois, em junho de 1998, sua mulher, Jaqueline Taylor, morreu vitimada por um câncer.
Na época, ele chegou a dizer aos companheiros de banda que iria se aposentar, e embarcou numa viagem de moto sem rumo pelos Estados Unidos. Peart registrou esse período no livro "Ghost Rider - A Estrada da Cura", lançado em 2002 no exterior e em 2014 no Brasil.
Os dramas pessoais obrigaram o Rush a parar por um longo período e a imprensa internacional chegou a anunciar o fim da banda. Em setembro de 2000, o baterista se casou novamente, com a fotógrafa Carrie Melissa Nuttall, e o trio voltou às atividades em 2001.
Peart subiu ao palco com o Rush pela última vez em 2015, na turnê que marcou a despedida da banda da estrada. O baterista deixa a mulher, Carrie, e a filha, Olivia, além de uma legião de fãs.
quinta-feira, 27 de junho de 2019
O traficante
You know I've smoked a lot of grass
O'Lord, I've popped a lot of pills
But I mever touched nothin'
That my spirit could kill
You know, I've seen a lot of people walkin' 'round
With tombstones in their eyes
But the pusher don't care
Ah, if you live or if you die
God damn, the pusher
God damn, I say the pusher
I said God damn, God damn the pusher man
You know the dealer, the dealer is a man
With the love grass in his hand
Oh but the pusher is a monster
Good God, he's not a natural man
The dealer for a nickel
Lord, will sell you lots of sweet dreams
Ah, but the pusher ruin your body
Lord, he'll leave your, he'll leave your mind to scream
God damn, the pusher
God damn, I say the pusher
I said God damn, God damn the pusher man
Well, now if I were president of this land
You know, I'd declare total war on the pusher man
I'd cut if he stands,
And I'd shoot him if he'd run
Yes, I'd kill him with my Bible
And my razor and my gun
God damn, the pusher
God damn, the pusher
I said God damn, God damn the pusher man
Cocaína
Eric Clapton - Cocaine (Slowhand At 70 Live At The Royal Albert Hall)
If you want to hang out, you've gotta take her out, cocaine
If you want to get down, get down on the ground, cocaine
She don't lie, she don't lie, she don't lie,
Cocaine
If you got that lose, you want to kick them blues, cocaine
When your day is done, and you want to ride on cocaine
She don't lie, she don't lie, she don't lie,
Cocaine
If your day is gone, and you want to ride on, cocaine
Don't forget this fact, you can't get it back, cocaine
She don't lie, she don't lie, she don't lie,
Cocaine
She don't lie, she don't lie, she don't lie,
Cocaine
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