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sábado, 6 de julho de 2019

"Moro não fez nada demais", diz Boçalnaro

Diário do Bolso

Pô, Diário, li a reportagem da Veja. Não vi nada de mais. O pessoal pega muito no pé do Moro.

Por exemplo, só porque ele avisou que faltava um documento num processo, o pessoal já cai em cima. Mas é como se o juiz visse que um jogador do Palmeiras estava mal posicionado e gritasse: “O ponta-esquerda deles está livre! Marca o cara!”

Outro exemplo, o Dallagnol enviou uma peça jurídica incompleta pro Moro dar uma revisada. O que é que tem de mais? É só como se o juiz desse uns conselhos para o Palmeiras, do tipo “Vamos atacar mais pela direita que o lateral esquerdo deles é fraco”.

Mais um exemplo: O Moro recebeu do Dallagnol uns exemplos de decisões de outros magistrados para ajudar a montar a decisão a favor da prisão do Bumlai. O que é que tem? É só como se o juiz desse uma bandeirinha para o Dudu e pedisse: “Me dá uma ajudinha aí?”

Mais um: o Dallagnol pediu um encontro com o Moro para o dia seguinte, a fim de conversar sobre um recurso. Não vejo nada de errado. É coisa inocente, como se o Felipe Melo fosse no vestiário antes do jogo bater um papinho amigável com o juiz.

Outro: O Moro disse para uma delegada “não ter pressa” em incluir um documento no processo eletrônico. E daí, meu Deusinho!? É como se um jogador do adversário do Palmeiras estivesse para entrar em campo e o juiz só autorizasse a entrada dele aos 45’ do segundo tempo. Pressa pra quê, pô?

Mais um outro: Avisam o Moro que o Eduardo Cunha quer fazer delação premiada. Mas ele diz ao Dallagnol que é contra. Não tem nada de mais! É só como se o juiz expulsasse o principal jogador do adversário do Palmeiras. E antes dele entrar em campo. A pessoa não pode ter as suas antipatias?

O Moro também falou sobre prazos, sugerindo uma operação para um determinado dia. Não vejo nenhum problema. É só como se o juiz falasse: “Borja, cai na área aos 45’ do segundo tempo, assim eu marco o pênalti e não dá tempo para eles armarem o contra-ataque”.

E a comemoração em relação ao Fachin também não foi nenhum escândalo. É como se o Felipão falasse com o árbitro da cabine e depois gritasse: “Aha, uhu, o VAR também é nosso!”.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Diário do Bozo

Diário do Bolso

São Paulo, 29 de janeiro de 2019.

Amigo Diário, hoje eu preciso de você. Aconteceu uma coisa muito triste. Eu fui censurado...

Isso mesmo, a corja esquerdopata pediu e o Foicebook tirou dois textos meus do ar.

É triste, mas um indefeso homem numa cama de hospital foi censurado.

Sofri a mesma repressão que Chico Buarque, Caetano Veloso e Waldick Soriano (o melhor dos três e que teve sua música “Tortura de amor” proibida).

Mas a ditadura vermelha não vencerá! O marquicismo cultural será derrotado!

Meus bolsominions, digo, meus apoiadores não me deixarão sozinho! Tenho certeza de que vamos vencer a mídia manipuladora!

Vou espalhar meus textos pelo zapzap e espero que vocês compartilhem minhas palavras aqui no FB (e bem rapidinho, porque eles podem tirar o texto do ar a qualquer hora).

Também espalharei o texto naquele tal de Instagrama. É só procurar por #DiariodoBolso, talquei?

O Brasil acima de tudo, Deus acima de todos e pau em cima dos censores stalinistas!

@DiariodoBolso