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terça-feira, 6 de abril de 2021

A cara de um é o focinho do outro

Todos os analistas do mercado em todas as mídias são lacaios do mercado. Não há exceção. Nesse mundo, o sublime Aloysio Biondi, que os desmascarava sem piedade sem perder o humor, iria para a fogueira, ou estaria aqui na internet dando o baile de sempre.

Palmério Dória

sábado, 30 de janeiro de 2021

Dilema


Vivo um dilema: como considerar como ser humano alguém dotado de instrução que embalou um notório defensor da tortura, racista, homofóbico, misógino? Na mesma situação, colegas que abraçaram em seus veículos a indefensável teoria dos "extremos opostos".

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

A Globo é, acima de tudo, idiota

João Roberto, Roberto Irineu e José Roberto

Neurótico é o cego de um olho que pensa que é do outro. A Globo mira todo esse tempo em Lula, de espírito diplomático, que nunca lhe cortou nada. Mas vai ser liquidada por Bolsonaro E continua golpeando Lula. Acima de tudo, idiota.

Palmério Dória

sábado, 22 de agosto de 2020

A obra de Otávio Bolsonaro


Palmério Dória

Editorial "Jair Rousseff" faz a Folha regredir ao falso dossiê de Dilma, publicado dia 5 de abril de 2009, acusando a  candidata do PT de ter planejado o sequestro que não houve de Delfim Netto. Obra de Otávio Bolsonaro, precursora das fake news de Jair Frias modo Steve Bannon.

Só a Folha

 Palmério Dória

Só a Folha, beneficiária da ditadura, fornecedora de veículos  para seu carrascos, é capaz de criar o "Jair  Rousseff", ligar o nome de um genocida ao sobrenome da vítima de torturas atrozes para combater a excrescência do teto de gastos parido pelo golpe que patrocinou.

quinta-feira, 11 de junho de 2020

Brasil é uma ameaça aos vizinhos e ao mundo


Esqueçam a tal curva. O único gráfico que traduz a realidade da pandemia no Brasil é uma seta apontando para o alto. O resto é conversa pra vaca fardada dormir. Ou faturar em dimensão bilionária.

Brasiguaios são o único perigo que o Paraguai enfrenta para manter posição de país com o menor índice de Covid na AL. Para contê-los, arame farpada na fronteira. Para se defender, o mundo vai adotar a mesma providência. Breve, aqui, o maior campo de concentração da Terra Plana.



quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Sérgio Moro é capanga das milícias



Palmério Dória

SINÔNIMOS DE CAPANGA

Embuste, esbirro, guardião, jagunço, pistoleiro, sicário, valentão, guarda-costas, satélite, mocó. Faltava Capanga da Milícia. Não falta mais. O deputado Glauber Braga assim definiu o ministro da Justiça, Sergio Moro, em histórica audiência hoje na Câmara.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

O bolsonarismo é a etapa superior da privataria


Palmério Dória

Ministros indicados por FHC abatem a CLT. Chega a hora de abater a Petrobras, a Caixa e o Banco do Brasil, já pelo continuador da obra dele. O bolsonarismo é uma etapa "superior" da privataria. Assim, FHC dará por completado o pesadelo de acabar com a Era Vargas.

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Chargista Laerte faz leitor da Folha desistir do resto do jornal


Há um problema que todo leitor compulsivo de jornais enfrenta nas terças-feiras. Ao ver a charge do Laerte, perde-se a vontade de ler todo o resto tal o resumo da realidade que contém. Mas nesta terça o humorista exagerou. Ataca com duas charges. E vem a vontade em dobro.



quinta-feira, 13 de junho de 2019

O silêncio dos indecentes


Passadas 24 horas do novo trecho de conversas divulgadas pelo "The Intercept", em que Fux expressa apoio a Moro, no encontro com Dallagnol, no caso da divulgação do áudio de Lula e Dilma, o ministro do STF guarda o silêncio dos indecentes.


quarta-feira, 15 de maio de 2019

Visita de Mourão à China sinaliza fim de Bolsonaro


O presidente não quer. O Itamaraty não quer. Então Mourão só pode estar indo para a China em nome do grupo militar. A questão saber com quem Mourão vai se encontrar. A diplomacia chinesa é ritualística e deveras informada. Se for mesmo com Xi, Bolsonaro babau.

Palmério Dória

segunda-feira, 29 de abril de 2019

A Civilização contra-ataca

Na Espanha venceu a palavra de ordem "No Pasarán". Ultimamente a ultra-direita vêm passando, como aqui. Foi usado lá o mesmo rolo compressor das fake news, mas não colou. As pesquisas, induzidas pelas redes sociais, erraram. Pode ser o início da reação no mundo civilizado.

Palmério Dória

Pedro Sánchez, do PSOE

sábado, 23 de março de 2019

General Mourão arma o golpe

Palmério Dória

Hamilton Mourão, o Mozão esquecido que perdeu o comando do III Exército por homenagem Ustra, reuniu-se ontem com 55 empresários na Fiesp. General reunido com empresários costuma ser prenúncio de golpe. É bom Bozo pensar aí num país. Trump não quer saber de emigrados.
Com Bolsonaro em crise, Fiesp reúne em torno de Mourão 500 empresários

247 – A Federação das Indústrias de São Paulo, que atuou fortemente para articular o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff, pode agora estar ensaiando movimentos para fazer o mesmo com Jair Bolsonaro. No momento em que o dólar dispara, o mercado acionário desaba e empresários demonstram crescente insatisfação com o fato de a política externa brasileira servir a interesses internacionais, e não da burguesia nacional, a Fiesp, comandada por Paulo Skaf, reúne 500 empresários em torno do vice Hamilton Mourão, nesta terça-feira. Mourão tem sido um crítico da submissão de Bolsonaro a Estados Unidos e Israel, com decisões que ameaçam exportações para a China e também para os países árabes.


O governo Bolsonaro, desde que assumiu em janeiro, vive uma crise atrás da outra. Em praticamente todos os setores. Inclusive com trocas de farpas e brigas declaradas nas redes sociais entre seus integrantes e aliados.

Aparentemente alheio a tudo isso, o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, participará da reunião quinzenal de diretoria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo. 

O encontro, previsto para a próxima terça-feira (26), deve reunir cerca de 500 pessoas, entre lideranças empresariais, representantes de associações, além de sindicatos patronais.

Depois da reunião, Paulo Skaf, presidente da Fiesp, vai oferecer um jantar com a participação de alguns dos mais ricos empresários do Brasil.


domingo, 10 de março de 2019

Nem Elio Gaspari aceita o ataque da República de Curitiba aos cofres da Petrobras


Elio Gaspari observa que "em nenhum momento os procuradores de Curitiba ou mesmo a Procuradoria-Geral da República são mencionados no acordo da Petrobras com os americanos" para meter no bolso metade dos 2,5 bi para a criminosa Fundação. A Lava Jato tão incensada por ele.

A turma da Lava Jato criou uma fundação

Em setembro passado, a Petrobras e o governo americano assinaram um acordo pelo qual a empresa encerrou seus litígios com os órgãos reguladores daquele país. Era um espeto de US$ 2,95 bilhões. Nessa negociação acertou-se que o equivalente a R$ 2,5 bilhões seriam pagos às “autoridades brasileiras”.

Em dois momentos o acordo se refere às “Brazilian authorities” como destinatárias do dinheiro.

Em janeiro deste ano, o doutor Deltan Dallagnol e outros 11 procuradores da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba assinaram um acordo com a Petrobras pelo qual o dinheiro que deveria ir para as “autoridades brasileiras” foi para uma conta aberta numa agência da Caixa Econômica de Curitiba em nome do Ministério Público Federal.

Seria razoável supor que os R$ 2,5 bilhões fossem para a conta do Tesouro Nacional, nome de fantasia da Bolsa da Viúva, mas, afinal de contas, eles, como os diretores de hospitais, também são autoridades.

Os doutores da força-tarefa superestimaram sua força e extrapolaram suas tarefas. Superestimaram seus poderes colocando sob sua jurisdição um dinheiro que deveria ir para o Tesouro. Exorbitaram suas tarefas quando estabeleceram que metade dos R$ 2,5 bilhões seja transformado num fundo para financiar uma fundação de direito privado.

Ela ainda não existe, mas, segundo os procuradores, seus recursos “serão destinados ao investimento social em projetos, iniciativas e desenvolvimento institucional de entidades idôneas que reforcem a luta da sociedade brasileira contra a corrupção, inclusive para a proteção e promoção de direitos fundamentais afetados pela corrupção, como os direitos à saúde, à educação e ao meio ambiente, dentre outros”. Tudo, enfim.

O ervanário, correspondente ao orçamento da Universidade de Campinas, foi burocraticamente apropriado para sustentar uma fundação de natureza privada. Se essa tivesse sido a combinação da Petrobras com o governo americano, seria o jogo jogado. Em nenhum momento os procuradores de Curitiba ou mesmo a Procuradoria-Geral da República são mencionados no acordo americano.

No item 7 do acordo firmado pelo Ministério Público com a Petrobras, os doutores dizem que “as autoridades norte-americanas consentiram” em que os recursos “sejam satisfeitos com base no que for pago (...) conforme acordado com o Ministério Público Federal”.

Seja qual for o significado desse “satisfeitos”, esse consentimento não consta do acordo. Vá lá que tenham combinado noutra sala. Pode sobrar para o lado americano da combinação.

No item seguinte está escrito que “conforme previsto no acordo com a Security Exchange Commission (a CVM americana) e o Departamento de Justiça, na ausência de acordo com o Ministério Público Federal, 100% do valor acordado com as autoridades americanas será revertido integralmente para o Tesouro norte-americano”.

Isso não consta do texto mencionado. Lá está escrito que o dinheiro voltará para o Tesouro americano se a Petrobras não o entregar às autoridades brasileiras. Nada a ver com “acordo com o Ministério Público Federal”. 

A turma da Lava Jato acha que pode tudo. Pode até nomear um procurador aposentado para presidir essa fundação milionária. Talvez possa, mas fica feio.

Serviço: Todos os documentos mencionados neste texto podem ser consultados no site Migalhas.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Fúria guerreira bozonarista está desaparecendo rapidamente

Palmério Dória
Uma simples foto do posicionamento do míssil S-300 na fronteira entre Venezuela e Brasil pode ter contribuído para aplacar o instinto guerreiro do Planalto. É o que a Rússia usa na sua própria defesa. Uma máquina de fim do mundo. O general Hamilton Mourão sabe como funciona.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

A República de Assassinos


Temos hoje uma  República de Assassinos. Um presidente que defende a tortura envolvido com milicianos, um Congresso dominado pela bancada da bala, um Judiciário empenhado em levar à morte um ex-presidente condenado sem provas, um empresariado que deseja a morte do trabalhador.

Palmério Dória

Como aceitar um governo liderado por um analfabeto, imoral, ladrão de dinheiro público, pai de marginais e protetor de milicianos? Como o brasileiro se submete a isso?

José de Abreu

Nós temos um presidente cuja família tem ligações com o crime organizado do Rio de Janeiro, uma ministra acusada de ter sequestrado uma criança e um ministro da Justiça que faz a egípcia.

JornalismoWando

sábado, 12 de janeiro de 2019

The Army remains the same

Palmério Dória

O discurso de despedida do general Villas Bôas deixa claro que o Exército não mudou: na essência, ainda é o mesmo que massacrou a comunidade de Canudos e os camponeses na Guerra do Contestado, que infelizmente não teve seu Euclides da Cunha.



The Song Remains The Same
Led Zeppelin

I had a dream
Oh yeah
Crazy dream
Oh, oh

Anything I wanted to know
Any place I needed to go

Hear my song
People won't listen now
Sing along
You don't know what you're missing now

Any little song that you know
Everything that's small has to grow
And it's gonna grow now, push, push, yeah

California sunlight
Sweet Calcutta rain
Honolulu starbright
The song remains the same

Sing out Hare Hare
Dance the Hoochie Koo
City lights are so bright
As we go sliding, sliding, sliding

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Ernesto Araújo nada tem a ver com a Idade Média

Palmério Dória

Celso Amorim com os fatos se desaveio. Ernesto Araújo não é homem da Alta Idade Média. Tampouco da Baixa Idade Média é. É típico crápula do Renascimento dos Monstros.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

A imbecilidade no poder

RECRUTA ZERO
Palmério Dória

"Bolsonaro mostra desconhecimento absoluto sobre Banco Central, política de câmbio ou dívida pública. Por ora, ninguém leva a sério os disparates. No governo quebrado de um país arruinado, essa falação pode causar acidentes graves." 

(Vinicius Torres Freire)