sexta-feira, 12 de março de 2021
Juca Kfouri entrevista o advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021
O futebol brasileiro está na segunda divisão mundial, não bota mais medo em ninguém
Juca Kfouri
O Tigres é um time lento, velho e pior que o Palmeiras. Pensemos no Bayern Munique, aí sim, será difícil.
Eis a tônica do tradicional autoengano brasileiro ou o me engana que eu gosto para agradar torcedor e não ser agredido nas redes antissociais.
Daí o Tigres bota o Palmeiras no bolso, Weverton tem de fazer milagres, o time mexicano é muito mais perigoso, ganha o jogo por 1 a 0 e elimina os brasileiros, mata o sonho do título inédito.
Porque há muita gente que se recusa a aceitar que o futebol brasileiro está na segunda divisão mundial, não bota mais medo em ninguém e que, no máximo, temos times para consumo interno —ou no limite das fronteiras da América do Sul.
Aliás, o que o Flamengo fez em 2019 foi excepcional, ao levar o jogo para prorrogação contra o fortíssimo Liverpool.
Vencer o Mundial de Clubes parece tarefa assim como querer que o campeão brasileiro de basquete ganhe do Los Angeles Lakers, embora a diferença para o Tigres não seja desse tamanho, como é para o Bayern Munique.
O futebol nacional caiu tanto que a derrota para o Tigres dói menos que a para o Manchester United, em 1999.
Porque, então, o Palmeiras jogou melhor, diferentemente do acontecido em Doha, quando o Tigres sobrou no gramado.
O dia em que cairmos na real, olharmos para dentro com olhar crítico e exigente de mudanças estruturais no modo de gestão dos clubes brasileiro, talvez as coisas comecem a mudar.
Afinal, o Palmeiras ganhou neste ano o campeonato do estado dele, a taça do continente dele e ainda pode ganhar a copa do país dele.
Definitivamente não é pouca coisa, aliás é muita, quase tudo que qualquer time pode almejar.
Apenas não dá para enfrentar LeBron James. Ou Lewandowski.
Ou até mesmo André-Pierre Gignac, o artilheiro francês do Tigres campeão da América que, aos 35 anos, mete medo.
Porque Pelé, Mané Garrincha, Didi, Gerson, Tostão, Rivellino, Romário, Ronaldos, Rivaldo, fazem parte do passado.
segunda-feira, 4 de maio de 2020
Dirigentes do futebol brasileiro são tão incompetentes e cínicos quanto Paulo Jegues
Como o Ministério da Economia, clubes culpam pandemia por falência
Cínicos, hipócritas e mentirosos, dirigentes quebraram equipes brasileirasJuca Kfouri
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020
Jair Messias Bolsonaro é a parte podre de um país adoecido
A cafajestagem bolsominion
Por PAULO BRONDI
sexta-feira, 17 de janeiro de 2020
Caiu um dos nazistas do governo Bozo 38
A queda do técnico nazi
Juca Kfouri
Roberto Alvim caiu.
terça-feira, 1 de outubro de 2019
Lula livre?
Juca Kfouri
sábado, 21 de setembro de 2019
O triste fim de Jair Messias Bolsonaro
Blog do Juca Kfouri
Por JOSÉ EDUARDO AGUALUSA*
sexta-feira, 30 de agosto de 2019
Juca Kfouri entrevista Glenn Greenwald.
O Entre Vistas de hoje recebe o jornalista Glenn Greenwald. Juca Kfouri e Glenn falam sobre a Lava Jato, o poder da informação e as relações entre a mídia e a democracia.
quinta-feira, 16 de maio de 2019
O desgoverno que nos assola não cumpre nenhuma promessa
Juca Kfouri
Entidades esportivas continuam próximas ao poder no governo Bolsonaro
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
A absurda doação do Pacaembu
Juca Kfouri
quinta-feira, 27 de dezembro de 2018
Juca Kfouri: Onze perguntas a Queiroz
1. Se a “movimentação atípica” na conta de Fabrício Queiroz vem da venda de carros recuperados de companhias de seguros, por que ele demorou tanto tempo para dar explicação tão singela?
2. Ele pode mostrar a documentação dos carros que comprou e revendeu?
3. Se Jair Bolsonaro não tem tempo para ir ao banco, e daí Queiroz ter depositado na conta da futura primeira-dama, como explicar que o presidente eleito vira e mexe sai de casa exatamente para ir ao banco?
4. Se Queiroz está doente, porque não disse logo ao país sobre o mal que o acomete?
5. Se pôde falar ao SBT por que não o fez ao MP?
6. Se temeu por sua vida por que não pediu proteção às autoridades?
7. Se não fez nada de errado, por que deixou de falar com Flávio Bolsonaro?
8. Como dizer que não estava foragido se ninguém o encontrava?
9. Ele contou que o enteado suicidou-se com um revólver seu. Não é mesmo perigoso ter armas em casa?
10. Como um ex-policial experiente pôde ser tão descuidado?
11. Quem ele pensa que engana?
Bem, essa última pergunta é fácil responder…








