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domingo, 17 de janeiro de 2021

Venezuela envia seis caminhões com aproximadamente 130 mil litros de oxigênio para salvar vidas de brasileiros de Manaus


O oxigênio vem de uma fábrica estatal venezuelana em Puerto Ordaz, no Estado de Bolívar, sem custo para o Brasil, pois o governo Maduro está doando o insumo ao governo do Amazonas. “Esse envio tem caráter de ajuda humanitária, por isso a Venezuela não está cobrando nada por isso.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Conheça melhor todo o horror da ditadura de Maduro


É guerra civil! Maduro autoriza fazendeiros chavistas a atirarem em quem entrar em suas terras! Ah, foi o Bolsonaro que falou. Me confundi.

Maduro é acusado de extorquir salários de funcionários, depósitos inexplicados, cheque à primeira-dama, familiares de milicianos empregados, tentativa de trancamento do processo contra seu filho, mas a imprensa ligada ao governo abafa. Ah, é o Bolsonaro. Me confundi.

Militares abriram fogo contra opositores em Caracas, dando 80 tiros e matando 2. Maduro disse que infelizmente, "isso acontece". Ah, desculpa, isso foi no Rio. E quem falou foi o Bolsonaro. Me confundi.

O ditador Maduro resolveu cortar 30% verbas da Universidade de Caracas e da Universidade de Valencia, por promoverem balbúrdia e atos políticos contra o governo. Ah, desculpa, foi o Bolsonaro, cortando verbas da UFF e da UFBA.

Maduro manda jovens filmarem e denunciarem professores que falem mal do governo venezuelano! É ditadura mesmo!!! Ah, não, foi o Bolsonaro. Me confundi

Venezuela determinou que fosse enviado pro Ministro da Educação uma filmagem de cada escola venezuelana, com os alunos perfilados ouvindo os slogans da campanha política do ditador Maduro. Absurdo! Ah, foi o MEC do Brasil, do Bolsonaro. Me confundi.

Maduro diz que se turistas quiserem ir para a Venezuela "fazer sexo com uma mulher, podem ficar à vontade". Ah, foi o Bolsonaro que ofereceu as brasileiras aos turistas. Me confundi.

Maduro fala em comício político que vai "metralhar os seguidores do Guaidó em Maracaibo". Ah, foi o Bolsonaro, no Acre, falando em metralhar petistas. Me confundi.

Ex militar preso pelo assassinato da adversária política do filho de Maduro é vizinho do presidente venezuelano. Escândalo!!

Ah, não é na Venezuela não. Era Bolsonaro, vizinho do assassino da Marielle. Me confundi.

Desemprego dispara na Venezuela de Maduro, é um dos maiores de sua história, colocando 13 milhões sem trabalho e sem condições de sobreviver.

Ah, não, é no Brasil do Bolsonaro. Me confundi.

Por Marcelo O-A★

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Pepe Escobar: Brasil já é uma colônia dos EUA

247 - O jornalista Pepe Escobar analisa o delicado cenário na Venezuela e expõe, com exclusividade à TV 247, informações sobre como a Rússia observa a ingerência estadunidense no país vizinho, e também quais serão as consequências futuras caso as ameaças de invasão militar se consolidem. Em sua análise geopolítica, Pepe também dispara que "o Brasil já é uma colônia dos EUA", tamanho o alinhamento do governo brasileiro com Washington. 

De Moscou, ele revela informações exclusivas vindas da inteligência militar russa, que aponta a narrativa construída pela Casa Branca. "Os EUA continuarão a colocar Maduro [presidente da Venezuela] como um ditador maluco, a mesma estratégia que fizeram com Saddam Hussein [Iraque] e Muammar Gaddafi [Líbia], assim como Juan Guaidó [opositor de Maduro, atual presidente interino da Assembleia Nacional da Venezuela, que se autoproclamou presidente do país] será o herói".

Ele informa que o exército russo fez outra projeção, comparando a situação atual da Venezuela com a ocorrida na guerra de Kosovo, na província da Sérvia, entre 1989 e 1999. 

"Se centenas de milhares de refugiados venezuelanos saírem do País, será a história perfeita para uma intervenção mais pesada, que será realizada através do exército Colômbia, que é uma sucursal do Pentágono", aponta Pepe.

Pepe diz ainda que o exército russo aponta um segundo cenário mais destrutivo, porém, remoto de acontecer. "Poderá ocorrer ataques, bombardeios aéreos de madrugada. Uma espécie de guerra psicológica para encurralar o exército venezuelano".

Brasil

Nesta segunda-feira (25), o Brasil participará de um encontro no Grupo de Lima, composto pelos países Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru. O grupo possui consonância à política externa estadunidense e irá, durante o encontro, pensar em estratégias de ingerência na Venezuela.

O jornalista revela que não ocorrerá pressão dos EUA com o Brasil durante o encontro do grupo de Lima, tendo em vista que o "país já é uma colônia dos EUA". 

Pepe acredita que "o próximo passo dos EUA é transformar o Brasil numa colônia bélica" e que tal postura "seria uma gota d'água para o Exército brasileiro".

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Maduro fecha a fronteira Brasil-Venezuela

Governo bolivariano instalou mata-burros em todos os acessos

Às vésperas do prazo final para a entrada de “ajuda humanitária” na Venezuela, no que pode ser o pretexto para um ataque dos Estados Unidos ao país com as  maiores reservas de petróleo do mundo, o presidente Nicolas Maduro anunciou que irá fechar a fronteira com o Brasil nesta noite a partir das 20h; presidente venezuelano também considera o fechamento da fronteira com a Colômbia; governo de Jair Bolsonaro anunciou nesta semana uma força-tarefa para ajudar os Estados Unidos na entrega da "ajuda humanitária"
247 com Sputnik Brasil - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta quinta-feira (21) que irá fechar a fronteira com o Brasil nesta noite a partir das 20h. O líder venezuelano também considera o fechamento da fronteira com a Colômbia.

Anteriormente havia sido relatado o reforço da presença militar venezuelana na fronteira com o Brasil.

O governo brasileiro anunciou nesta semana uma força-tarefa para entregar ajuda humanitária à Venezuela junto com os Estados Unidos. Nicolás Maduro considera a entrega de ajuda humanitária internacional como uma intervenção na política interna do país.

O dia 23 de fevereiro, que marca um mês da autoproclamação de Guaidó, é a data limite anunciada pelo mesmo para a entrada de ajuda humanitária norte-americana na Venezuela, bloqueada na fronteira pelo presidente Nicolás Maduro, que vê na manobra um pretexto e uma possível estratégia para forçar uma derrubada do seu governo.

Em meio a esse impasse, Maduro afirmou, na noite de ontem, que a Venezuela já recebe ajuda humanitária com frequência e que a Rússia estaria preparando a entrega de 300 toneladas de assistência no aeroporto de Caracas na próxima quarta-feira.

O governo do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, começou a mobilizar tropas e tanques de guerra para a fronteira entre seu país e o Brasil na tarde desta quarta. É uma reação ao inesperado anúncio da participação do governo brasileira na entrega da 'ajuda internacional' urdida pelos Estados Unidos, a partir de um pedido feito pelo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino; início das operações dos EUA, Brasil e Colômbia está previsto para o próximo sábado (leia mais).

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Se você apoia o golpe na Venezuela, você não é gente



Por quê a Venezuela está tão mal, Fernando?

Bom, existem inúmeras razões e muita gente boa já explicou várias delas. Aqui, vou falar de uma que acho que você desconhece:

Existem mais de 50 bilhões de dólares em ouro e moeda americana da Venezuela "retidos" em bancos europeus e norte-americanos.

Você não leu errado ... são quase 50 bi de dólares ...

Estas são as "sanções" à Venezuela, impostas pelos EUA. Agora você entende porque o país não consegue comprar alimento ...

E, para piorar a coisa, os bancos ingleses querem liberar o dinheiro para o deputado que subiu no púlpito e se disse presidente sem concorrer a eleição nenhuma ...

Se você apoia o golpe na Venezuela, você não é gente.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

China, Rússia, Turquia e Irã se opõem a golpe contra Maduro

Rodrigo Vianna

Rússia, Turquia e Irã se opõem a golpe contra Maduro. China vai mais longe e avisa que EUA devem ficar fora da Venezuela. O jogo é mais complicado do que acreditam os trump-bolsonarianos.

Clovis Rossi na Folha, apressado, já tinha mandado Maduro fugir...


China pede aos EUA para manterem distância da crise na Venezuela

Por Associated Press e agências internacionais

CARACAS  -  (Atualizada às 11h08) A China pediu aos Estados Unidos que se mantenham fora da crise política atual na Venezuela e disse que se opõe a qualquer intervenção estrangeira no país. 

"Esperamos que a Venezuela e os Estados Unidos possam se respeitar e tratar um ao outro com igualdade, e lidar com suas relações baseadas na não interferência nos assuntos internos de cada um", sustentou a porta-voz do ministério do Exterior chinês, Hua Chunying.

Hua acrescentou que todos os envolvidos no conflito devem buscar uma solução política para o caso por meio "do diálogo pacífico dentro da enquadramento da Constituição venezuelana".

Na última década, a China destinou à Venezuela US$ 65 bilhões em empréstimos, recursos e investimentos. A Venezuela deve mais de US$ 20 bilhões. 

Na quarta-feira, o oposicionista Juan Guaidó se autodeclarou presidente da Venezuela, desafiando o regime de Nicolás Maduro. Brasil, Estados Unidos, Argentina, Paraguai e Chile foram alguns dos países que deram apoio a Guaidó.

A Rússia, por sua vez, mostrou preocupação com a sugestão de possível intervenção militar na Venezuela e disse que Maduro é o líder legítimo. No início desta quinta-feira, o ministério do Exterior russo disse em nota que a crise venezuelana atingiu "um nível perigoso" e pediu que a comunidade internacional sirva de mediadora entre o governo e a oposição.

O Ministério de Relações Exteriores russo criticou os EUA por reconhecer a autodeclaração de Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, um movimento que busca deslegitimar o regime de Nicolás Maduro.

Para a Rússia, os eventos na Venezuela estão caminhando para um ponto perigoso e o movimento de Guaidó pode levar à ilegalidade e ao derramamento de sangue.

Em dezembro passado, Maduro visitou o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou, e o Kremlin tem demonstrado apoio ao regime chavista, tendo inclusive enviado aviões bombardeiros para exercícios militares na Venezuela no fim do ano passado.

O Irã, por sua vez, denunciou os eventos na Venezuela chamando de golpe a ação da oposição no país e tentativa de tomar o poder de forma ilegal.

A Síria condenou o apoio dos EUA a Guaidó, alegando que a ação constitui "violação das leis e normas internacionais". O ministério do Exterior sírio se disse solidário com a liderança e com o povo da Venezuela "em preservar a soberania do país e frustrar os planos hostis da administração americana".

O que está acontecendo na Venezuela