quarta-feira, 3 de março de 2021
Golpe de estado e governo de Bolsonaro levam o Brasil a ter a pior década na economia em 120 anos
PIB do Brasil despenca 4,1% em 2020
Foi o maior tombo desde o início da série histórica atual do IBGE, iniciada em 1996. PIB per capita também teve queda recorde de 4,8%. Apenas a agropecuária cresceu; indústria recuou 3,5% e serviços, 4,5%. Ritmo de recuperação desacelerou no 4º trimestre e economia encerrou o ano no mesmo patamar do início de 2019.
Por Darlan Alvarenga e Daniel Silveira, G1
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil tombou 4,1% em 2020, segundo divulgou nesta quarta-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em linha com as expectativas, com a atividade econômica registrando a maior contração desde o início da série histórica atual do IBGE, iniciada em 1996.
Em valores correntes, o Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) chegou a R$ 7,4 trilhões. Já o PIB per capita (por habitante) em 2020 foi de R$ 35.172, com queda de 4,8% – a maior já registrada em 25 anos.
Considerando série histórica anterior, iniciada em 1948, o tombo de 4,1% em 2020 foi o maior em 30 anos. As maiores retrações já registradas no país ocorreram em 1981 e 1990, quando houve queda de 4,3% do PIB em ambos os anos.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.
PIB do Brasil tem pior década em 120 anos
Evolução do PIB desde 1948 — Foto: Anderson Cattai/G1
Principais destaques do PIB em 2020:
Serviços: -4,5%
Indústria: -3,5%
Agropecuária: 2%
Consumo das famílias: -5.5%
Consumo do governo: -4,7%
Investimentos: -0,8%
Exportação: -1,8%
Importação: -10%
Construção civil: -7%
Entre os principais setores houve alta somente na Agropecuária (2%), enquanto que a Indústria (-3,5%) e os Serviços (-4,5%) tiveram queda. Do lado da demanda, o consumo das famílias despencou 5,5% e os investimentos encolheram 0,8%.
“O resultado é efeito da pandemia de Covid-19, quando diversas atividades econômicas foram parcial ou totalmente paralisadas para controle da disseminação do vírus. Mesmo quando começou a flexibilização do distanciamento social, muitas pessoas permaneceram receosas de consumir, principalmente os serviços que podem provocar aglomeração”, avaliou a coordenadora de Contas Nacionais, Rebeca Palis.
Economia ainda se encontra no mesmo patamar do início de 2019
O encolhimento do PIB em 2020 interrompeu uma sequência de 3 anos de crescimento tímido da economia e ocorreu antes do país ter conseguido se recuperar das perdas da recessão anterior, dos anos 2015-2016.
Embora tenha registrado dois trimestres seguidos de alta, o país encerrou 2020 com a economia 1,2% do patamar que se encontrava no 4º trimestre de 2019.
De acordo com o IBGE, a economia brasileira encerrou 2020 em um patamar semelhante ao que se encontrava entre o final de 2018 e início de 2019, 4,4% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica do país, alcançado no 1º trimestre de 2014.
“A gente não voltou ao patamar pré-pandemia. Mas, ao mesmo tempo, na comparação com o pior momento da pandemia, que foi no segundo trimestre de 2020, nós recuperamos 10,4%”, afirmou Rebeca Palis.
PIB nos setores de agro, indústria e serviços ano a ano — Foto: Anderson Cattai/G1
Serviços foi setor mais prejudicado
O setor de serviços, que representa cerca de 70% do PIB, foi o mais afetado pela pandemia e pelas medidas restritivas. Entre os subcomponentes, o maior tombo foi em "outras atividades de serviços" (-12,1%), categoria que inclui restaurantes, academias, hotéis.
“Os serviços prestados às famílias foram os mais afetados negativamente pelas restrições de funcionamento. A segunda maior queda ocorreu nos transportes, armazenagem e correio (-9,2%), principalmente o transporte de passageiros, atividade econômica também muito afetada pela pandemia”, destacou Rebeca.
As únicas categorias em serviços que cresceram em 2020 foram as as atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (4,0%) e as atividades imobiliárias (2,5%).
Na indústria, o pior desempenho foi o da construção civil (-7%), que voltou a cair depois da alta de 1,5% em 2019. Também apresentaram queda as indústrias de transformação (-4,3%), e de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,4%).
Segundo o IBGE, os principais destaques negativos, que pressionaram a queda da indústria em geral, partiram da produção automotiva, de outros equipamentos de transporte, da metalurgia, de máquinas e equipamentos e de artigos de vestuário. Por outro lado, as indústrias extrativas avançaram 1,3%, devido à alta na produção de petróleo e gás que compensou a queda da extração de minério de ferro.
Consumo das famílias tem pior desempenho em 25 anos
O consumo das famílias fechou o ano com a variação negativa mais intensa (-5,5%) de toda a série atual do PIB, iniciada em 1996. Antes, o pior resultado deste componente havia sido registrado em 2016, quando recuou 3,8%.
Segundo o IBGE, o tombo foi pressionado principalmente pelas medidas de distanciamento social e pelos efeitos negativos da pandemia sobre o mercado de trabalho e sobre os serviços prestados às famílias.
Por outro lado, os programas de apoio do governo às empresas e às famílias ajudaram a segurar o tombo no consumo das famílias. “Obviamente [o consumo das famílias] seria pior se não fossem esses auxílios oferecidos pelo governo, mas não é possível calcularmos qual foi o impacto deles, até porque não temos como saber qual valor foi revertido em consumo”, explicou Palis.
A queda no consumo do governo também foi recorde (-4,7%), e pode ser ilustrada pelo fechamento de escolas, universidades, museus e parques ao longo do ano.
Os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) caíram 0,8%, interrompendo uma sequência de dois anos positivos, e a queda em 2020 só não foi maior, segundo o IBGE, porque foram beneficiados pelo Repetro, que terminou em dezembro e autorizou as empresas da indústria extrativa a incluírem em seus ativos como bens de capital o que antes era exportação.
A taxa de investimento em 2020 foi de 16,4% do PIB, acima do observado em 2019 (15,4%), mas ainda longe do pico de 2013, quando chegou a superar 21%. Já a taxa de poupança foi de 15% ante 12,5% em 2019.
Exceções de crescimento em 2020
A gerente de Contas Nacionais do IBGE destacou que, apesar do tombo de 4,1% no PIB de 2020, quatro atividades tiveram resultado positivo no ano. Somadas, estas quatro atividades representam ¼ da economia brasileira. São elas:
Atividades financeiras: 4,0%
Atividades imobiliárias: 2,5%
Agropecuária: 2,0%
Indústria extrativa: 1,3%
“Com isso, nós podemos dizer que um quarto da economia brasileira teve desempenho positivo em 2020”, destacou Palis.
Recuperação perdeu ritmo no 4º trimestre
No quarto trimestre de 2020, o PIB avançou 3,2% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado (7,7%), depois dos recuos de 2,1% no primeiro trimestre e do tombo recorde de 9,2% no segundo trimestre.
Apesar da desaceleração do ritmo de recuperação, foi a segunda alta trimestral seguida nessa comparação. O resultado também ficou acima do esperado em pesquisa da Reuters com economistas (+2,8%).
Na passagem do terceiro para o 4º trimestre a indústria e os serviços apresentaram avanço de 1,9% e 2,7%, respectivamente, enquanto a agropecuária recuou 0,5%. Pela ótica da despesa, o consumo das Famílias e o consumo do governo cresceram 3,4% e 1,1%, respectivamente, enquanto que os investimentos avançaram 20%.
"Essa desaceleração é esperada porque crescemos sobre uma base muito alta, no terceiro trimestre, após um recuo muito profundo no auge da pandemia”, explicou Rebeca Palis.
O IBGE revisou o resultado do PIB dos dois primeiros trimestres do ano. No primeiro, em comparação ao 4º trimestre de 2019, a queda foi de 2,1%, mais intensa que a divulgada anteriormente (-1,5%). Já no 2º trimestre, o tombo foi de 9,2% em relação ao primeiro, e não de 9,6% como divulgado antes.
Perspectivas e incertezas
Economistas têm alertado para a perda do ritmo da atividade econômica com o fim dos programas de auxílio sem substitutos definidos e o aumento das incertezas em meio à situação ainda grave da pandemia, uma inflação "mais salgada", desemprego elevado e persistentes preocupações com a trajetória do endividamento público – o chamado risco fiscal.
Analistas ouvidos pelo G1 avaliam que uma retomada em 2021 continua dependendo da vacinação em massa da população e do controle da pandemia, que já que já deixou mais de 257 mil mortos no Brasil e atingiu nos últimos dias o seu pior momento no país.
A média das projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2021 está atualmente em 3,29%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Os economistas já trabalham, porém, com a expectativa de retração no 1º trimestre e parte do mercado não descarta o risco de uma queda do PIB também no 2º trimestre, o que configuraria uma nova recessão técnica.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021
Bolsonaro nomeia gorila fardado para a presidência da Petrobras e ações desabam
Bolsonaro indica general Silva e Luna para substituir Castello Branco na Petrobras
Por Matheus Schuch, Valor
O presidente Jair Bolsonaro resolveu indicar o general Joaquim Silva e Luna para substituir Roberto Castello Branco na presidência da Petrobras.
Nota à imprensa publicada na conta de Bolsonaro no Facebook diz que Silva e Luna "cumprirá uma nova missão, como Conselheiro de Administração e Presidente da Petrobras, após o encerramento do Ciclo, superior a dois anos, do atual Presidente, Senhor Roberto Castello Branco".
O mandato de Castello Branco termina em 20 de março e, na terça-feira, haverá reunião do conselho de administração, já prevista, em que a recondução do executivo para mais um mandato seria examinada. Seria a última reunião ordinária do CA antes do fim do mandato.
Silva e Luna é atualmente presidente da Itaipu Binacional. Homem de confiança de Bolsonaro, o militar frequentemente tem o desempenho elogiado pelo presidente. Antes de assumir o cargo, no início de 2019, foi ministro da Defesa no governo Michel Temer. Sua formação acadêmica inclui mestrado, doutorado e outros cursos de pós-graduação, todos na área militar.
O anúncio da troca ocorre em meio a mais um reajuste de combustíveis. Pressionado por caminhoneiros, Bolsonaro considerou os reajustes "excessivos" e "fora da curva". O presidente disse ontem, em sua live semanal, que embora não possa e “nem iria interferir” na empresa, “alguma coisa vai acontecer na Petrobras nos próximos dias”. Acrescentou que Castello Branco teria dito não ter "nada a ver com caminhoneiros" e que essa fala teria "consequências".
Hoje, o presidente reforçou que haveria "mudança" na Petrobras, em um discurso durante cerimônia em Sertânia (PE). "O povo não pode ser surpreendido com certos reajustes" de combustíveis, afirmou, logo após dizer que "jamais" iria "interferir nessa grande empresa" e em sua política de preços. "Mas o povo não pode ser surpreendido com certos reajustes. Faça-os, mas com previsibilidade. É isso que queremos."
As declarações provocaram forte reação negativa do mercado. A ação ordinária fechou a sexta-feira em queda de 7,92% e a preferencial perdeu 6,63%.
Depois da notícia da indicação do general para o comando da Petrobras, as ADRs da empresa negociadas na Bolsa de Nova York perdiam quase 7% no after market de Wall Street.
terça-feira, 19 de janeiro de 2021
terça-feira, 26 de maio de 2020
Os comparsas de Bolsonaro
Moisés Mendes
domingo, 19 de abril de 2020
terça-feira, 31 de março de 2020
domingo, 22 de março de 2020
15 crimes de responsabilidade do vagabundo Jair Bolsonaro
Após atuação em protesto, Bolsonaro já soma 15 casos com possível crime de responsabilidade
Atitudes se enquadrariam como afronta à Constituição e quebra de decoro, infrações que poderiam motivar pedido de impeachmentDaniela Arcanjo e Flávia Faria
É crime de responsabilidade contra a probidade na administração “proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo”.
- Durante
o Carnaval de 2019, Bolsonaro publicou
vídeo em que um homem aparece dançando sobre um ponto de táxi
mexendo no próprio ânus. Na sequência, surge outro rapaz, que urina em sua
cabeça. O vídeo foi gravado em um bloco chamado Blocu, no centro de São
Paulo. O tuíte pode ser considerado incompatível com “a dignidade, a honra
e o decoro do cargo”.
Em diversas ocasiões, Bolsonaro se referiu a jornalistas com ofensas e palavras pouco polidas.
- Ele
já mandou
uma repórter da Folha calar a boca,
- Disse
que um jornalista do jornal O Globo tinha
“cara de homossexual terrível”
- Disseminou informações
falsas em suas redes sociais sobre uma jornalista de O Estado de
S. Paulo
- Ofendeu
com conotações sexuais a jornalista da Folha Patrícia
Campos Mello. "Ela [repórter] queria um furo. Ela queria dar o furo a
qualquer preço contra mim [risos]”.
- Usou
informações falsas para fazer ataques à colunista do Globo Miriam Leitão,
que foi presa e torturada na ditadura. "Ela estava indo para a guerrilha
do Araguaia quando foi presa em Vitória. E depois conta um drama todo,
mentiroso, que teria sido torturada, sofreu abuso etc. Mentira.
Mentira", disse, em julho de 2019.
É crime de responsabilidade contra o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais “servir-se das autoridades sob sua subordinação imediata para praticar abuso do poder, ou tolerar que essas autoridades o pratiquem sem repressão sua”.
- Em
março de 2019, o fiscal do Ibama que multou Bolsonaro em 2012 por pesca
ilegal em área protegida foi
exonerado
- Em agosto, o diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Ricardo Galvão, foi exonerado após criticar Bolsonaro em entrevista. Ele havia sido atacado pelo presidente quando a instituição divulgou dados que apontavam o aumento do desmatamento na Amazônia.
São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição e, especialmente, contra [...] o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais" das unidades da Federação. A lei também diz que é crime de responsabilidade contra a administração “expedir ordens ou fazer requisição de forma contrária às disposições expressas da Constituição”.
- Em
março de 2019, o presidente determinou que quartéis fizessem as “devidas
comemorações” ao aniversário de 55 anos do golpe militar de 1964.
- Também
já afirmou em mais de uma ocasião que não considera aquela tomada do poder
um golpe de Estado.
- No
último dia 15, o presidente incentivou e participou em Brasília de ato que
tinha como pauta a defesa do governo e fortes críticas ao Legislativo e ao
Judiciário. Houve manifestantes com placas pedindo o fechamento do
Congresso e do Supremo. Bolsonaro cumprimentou participantes e fez fotos
com muitos deles. Depois, subiu a rampa do Planalto, em certo momento sob
um coro que pedia a volta do AI-5, ato da ditadura militar que fechou o
Congresso e suspendeu direitos.
- Em
julho, Bolsonaro ameaçou acabar com a Ancine caso não pudesse impor um
“filtro” às produções de cinema apoiadas pelo órgão. “Vai ter um filtro
sim. Já que é um órgão federal, se não puder ter filtro, nós extinguiremos
a Ancine. Privatizaremos, passarei ou extinguiremos", disse. O caso pode
ser enquadrado como tentativa de censura, o que atenta contra o artigo 5º
da Constituição (“é livre a expressão da atividade intelectual, artística,
científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”).
- Em outubro,
a Presidência da República excluiu
a Folha da relação de veículos nacionais e internacionais
exigidos em um processo de licitação para fornecimento de acesso digital
ao noticiário da imprensa. Bolsonaro havia feito a ameaça dias antes, e já
deu inúmeras declarações atacando o jornal. A exclusão da Folha do
edital, depois revogado
pelo Planalto, pode configurar violação ao princípio constitucional da
impessoalidade na administração pública.
- O
mesmo pode ser dito do episódio em que Bolsonaro pediu
a empresários que não anunciem em veículos que fazem cobertura crítica
de seu governo, em fevereiro deste ano. Nesse caso, também é possível
citar um possível ataque ao princípio constitucional do direito à
informação.
- Outro
episódio que pode ser incluído é a mudança
na lógica de distribuição de verbas publicitárias para TVs
abertas. O governo passou a destinar os maiores percentuais de recursos
para Record e SBT —emissoras consideradas aliadas ao Planalto, mas que não
são líderes de audiência.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020
FALTA DE DECORO SEM IMPEACHMENT É CRIME SEM CASTIGO
Requisito jurídico para abrir processo contra Bolsonaro por crime de responsabilidade foi cumprido; o resto é política
RAFAEL MAFEI RABELO QUEIROZ
É professor da Faculdade de Direito da USP
Revista Piauí
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020
Governo Bolsonaro não atualiza tabela do IR, e VOCÊ vai pagar mais imposto em 2020
Do UOL, em São Paulo
Estadão pede a cabeça do miliciano ensandecido
Estadão
Já não é mais possível dizer que o presidente Bolsonaro está “testando os limites” da democracia e do decoro, pois estes há muito tempo foram superados
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020
Bolsonaro é um imitador de quinta categoria de Trump
Americano exerce a Presidência como um imperadorKennedy Alencar
Washington
Ouçam abaixo:
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020
Sabe o que realmente prejudica a reputação de uma nação?
![]() |
| Galvão Bertazzi/Folhapress |
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020
Palhaço assassino
No Brasil, os ultrajes contra indígenas, políticos da oposição e jornalistas são encorajados e celebrados nos mais altos níveis de governo. Jair Bolsonaro venceu as eleições presidenciais com a ajuda de um golpe judicial no qual foi abandonado o devido processo legal para garantir a prisão do candidato que liderava as intenções de voto, Luiz Inácio da Silva (Lula). Bolsonaro foi fotografado abraçando dois dos suspeitos do assassinato da vereadora de esquerda Marielle Franco, e procurou bloquear as investigações de corrupção de seu filho Flávio, que supostamente tem ligações próximas com membros da gangue paramilitar acusados de matá-la.
In Brazil, outrages against indigenous people, opposition politicians and journalists are encouraged and celebrated at the highest levels of government. Jair Bolsonaro won the presidential election with the help of a judicial coup in which due process was abandoned to secure the imprisonment of the frontrunner, Luiz Inácio da Silva (Lula). Bolsonaro has been photographed embracing two of the suspects in the murder of the leftwing councillor Marielle Franco, and has sought to block corruption investigations into his son Flávio, who allegedly has close links with members of the paramilitary gang accused of killing her.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
Democracia em Vertigem: cineasta é agredida pelo governo miliciano e por menino de recados da Globo
Dilma Rousseff
sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
Afronta às instituições
O Estado de S.Paulo - Antonio Carlos Pereira
quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
Os monstros do Ministério Público
Leandro Fortes
SHERLOCKS DE ARAQUE























