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sexta-feira, 19 de março de 2021

Joe Biden está mesmo no bico do corvo, não era fake news...



Incontáveis vídeos no YouTube mostravam Joe Biden delirando e falando coisas sem nexo em entrevistas e comícios durante a campanha eleitoral e até antes dela. O fato de serem postados, na maioria, por apoiadores de Trump não transforma verdade em mentira. Ontem mesmo, o doente chamou o presidente da segunda maior potência militar do mundo de "assassino sem alma" e foi ridicularizado pelo próprio que o convidou para um debate público. Seja qual for a doença, ou doenças, de Joe Biden, os sinais são claros faz muito tempo e Kamala Harris foi escolhida para ser presidente dos EUA, não vice. Se fosse uma mera vice-presidente teriam escolhido alguém com perfil ideológico um pouco diferente do presidente, mas não, escolheram um clone feminino de Biden, só que jovem e saudável, com ampla disposição para continuar a obra de pilhagem e destruição do falcão imperialista Biden.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Posse de Biden e saída de Trump não mudam nada em lugar nenhum

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Número de mortes nos Estados Unidos por covid em 24 h foi maior do que no 11 de setembro


3.157 mortes nessa quarta-feira, 02/12/2020. Em 11 de setembro de 2001 foram 2.977.

E isso não é o pior, o pior é que está piorando. Estimativa de 500 mil mortos até março já é de um otimismo inaceitável.

E o inverno está chegando.

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Democratas e republicanos

Republicanos são elefantes e Democratas são burros 


Para mim, o mais estranho sobre a extrema polarização dos Estados Unidos em linhas políticas é que eu sempre percebi os norte-americanos como um bando de pessoas muito pouco politizadas.

Já conheci muitos americanos que são claramente partidários, mas muito poucos que estão interessados em política real. O partido parece muito mais um marco de identidade do que um marco de convicção política ou moral.

Passei bastante tempo na zona rural de Oklahoma e Kentucky quando estudei nos EUA e tenho uns familiares distantes na zona rural da Louisiana. Acho que ser democrata ou republicano é mais uma identidade do que uma convicção política.

Simon Kuestenmacher

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Comerciantes blindam suas vidraças em Washington à espera do quebra-quebra


URGENTE: Eleições nos Estados Unidos


Gathara

#URGENTE As urnas estão programadas para abrir em 48 horas em todos os EUA enquanto o regime autoritário de Donald Trump tenta consolidar seu domínio sobre a conturbada nação norte-americana, rica em petróleo e com armamento nuclear. Os analistas estão céticos de que a eleição termine com meses de violência política. 

#URGENTE Enviados africanos apelaram para que os americanos mantenham a paz durante as eleições e estejam preparados para aceitar o resultado da votação. Em uma declaração conjunta, os diplomatas condenaram os recentes incidentes de incitamento, violência e intimidação dirigidos aos partidários da oposição. 

#URGENTE Uma equipe de observadores eleitorais africanos liderada pelo famoso explorador Milton Allimadi, que descobriu o rio Gulu na Europa, está a caminho da capital marítima de Washington DC, onde se espera que se encontre separadamente com o Sr. Trump e o candidato da oposição, Joe Biden. 

#URGENTE Milton Allimadi, chefe do grupo africano de observadores eleitorais, exortou a mídia norte-americana a ser responsável em suas reportagens, e tomar cuidado para não inflamar a situação já tensa. "Exortamos os jornalistas americanos a pregar o evangelho da paz e a aceitação dos resultados eleitorais". 

#URGENTE As eleições americanas vêm em um momento em que o país está se recuperando de uma série de desastres humanitários, incluindo uma pandemia que já ceifou quase um quarto de milhão de vidas e levou sua economia à beira do colapso, exacerbando tensões étnicas já muito fortes. 

Enterros em Massa em Nova York

#URGENTE Lojas na capital do país, Washington, estão sendo fechadas e protegidas com tapumes à medida que as eleições presidenciais que se aproximam provocam tensão e medo generalizados. Os primeiros jornalistas africanos a viajar para o coração do conturbado país relatam que milícias armadas perambulam pelas ruas. 

#URGENTE agências africanas de ajuda soam o alarme sobre o potencial de violência pós-eleitoral para exacerbar a já terrível situação humanitária nos EUA em crise. Os trabalhadores humanitários estão chamando a comunidade internacional a fazer mais para proteger a população civil. 

#URGENTE Junto com seu vizinho do norte, os EUA há muito tempo são considerados uma ilha de paz em uma região conturbada e anfitriã de muitas agências humanitárias. A ONU também tem sua sede em Nova York, na parte mais estável do nordeste do país. 

#URGENTE Enviados africanos expressaram preocupação com as reportagens da mídia local que o presidente dos EUA, Donald Trump, pretende declarar vitória na segunda-feira, um dia antes da realização das eleições presidenciais do país. Os enviados exortaram o autocrata a esperar até que todos os votos tenham sido contados. 

#URGENTE Primeiro grupo de jornalistas africanos a chegar aos territórios tribais dos EUA faz relatos alarmantes de temerosos habitantes locais se armando à medida que as eleições presidenciais se aproximam. O país conturbado já tem mais armas do que pessoas, com a maioria detida por cidadãos privados.

Vice-governadora de Idaho Janice McGeachin

#URGENTE Imagens virais capturadas por jornalistas africanos que se aventuraram no interior dos conturbados EUA mostram ruas desertas tomadas por milícias alinhadas politicamente treinando "técnicas" apenas um dia antes das eleições presidenciais do país.


#URGENTE Quenianos que vivem em Estados politicamente agitados e devastados pela doença insistiram em ficar dentro de casa e não se aventurar no interior do país. Um aviso de viagem emitido pelo governo queniano observa um risco maior de violência tribal relacionada às eleições nos estados do centro e do sul do país. 

#URGENTE Temendo um afluxo de refugiados enquanto os Estados Unidos etnicamente polarizados se encaminham para uma eleição presidencial divisória, o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau pediu a ajuda da comunidade internacional enquanto o México está considerando pagar por um muro de fronteira.

#URGENTE Vídeo viral de barricadas que estão sendo erguidas ao redor do palácio presidencial - conhecido localmente como a Casa Branca - na capital dos Estados Unidos, Washington DC, tem aumentado as tensões à medida que rumores se espalham de que o déspota em exercício, Donald Trump, não desistirá do poder se ele perder as eleições de amanhã. 

Uma escolha muito difícil


quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Gerontocracia de Washington vira um risco para os EUA



Eric Li, da Universidade Fudan, de Xangai, ouvido na primeira reportagem de uma série do Financial Times sobre a eventual nova Guerra Fria, compara os Estados Unidos, não a China, com a União Soviética.

“Lembra Brezhnev, Andropov e Chernenko?”, ironiza ele, apontando os EUA numa “briga existencial entre dois octogenários”, Donald Trump, na verdade com 74 anos, e Joe Biden, 78 em novembro.

O acadêmico ecoa a mídia americana. Do comediante Chris Rock, no SNL, da NBC: “Biden devia ser o último [nome a se considerar]. Será que os democratas querem ganhar? Ficam colocando gente de 75 anos para concorrer com Trump”. Questionou que os EUA rejeitaram rei, “mas têm duques e duquesas dirigindo o Senado e a Câmara”.

No New York Times, na coluna “Como cobrir um velho doente”, Ben Smith listou que, na linha de sucessão de Trump, estão “Nancy Pelosi, que tem 80, e o presidente pro tempore do Senado, Charles Grassley, 87”. Os vices de Pelosi “têm ambos 80 ou mais”. E Mitch McConnell, o líder da maioria no Senado, 77.

A preocupação não é nova. “Por que pessoas tão idosas comandam a América?”, perguntou a Atlantic em março. Remetia para reportagem de capa do Politico que lançou o assunto, com o enunciado “Nossos líderes, nosso eleitorado e o nosso próprio sistema sagrado de governo estão envelhecendo. E isso está aparecendo”.

Na manchete, “América, a gerontocracia”.


Norte-coreanos sofrem lavagem cerebral e idolatram seu líder

quinta-feira, 30 de julho de 2020

PIB dos EUA desaba 32,9% no segundo trimestre, maior queda da história


Economia dos EUA encolheu 32,9% entre abril e junho por causa da pandemia. Praticamente, um terço do PIB. É o pior resultado trimestral da história americana
O Globo e agências internacionais (CIA?)

WASHINGTON — A economia dos Estados Unidos sofreu a maior retração de sua história no segundo trimestre, destacando como a pandemia devastou os negócios em todo o país e deixou milhões de americanos desempregados.

O Produto Interno Bruto (PIB) encolheu em um ritmo anualizado de 32,9% no período de abril a junho em relação ao primeiro, o maior dos registros trimestrais desde 1947,mostrou a estimativa inicial do Departamento de Comércio nesta quinta-feira.

O resultado veio levemente melhor (!!!!) que a expectativa de mercado, que projetava uma queda de 34,5%.

Na Alemanha, contração de 10,1%

Na Europa, o mercado projetava que a economia alemã registraria contração de 9% de abril a junho deste ano, de acordo com sondagem do "Wall Street Journal". Porém, o resultado veio pior, retraindo 10,1%.

O número significa o pior segundo trimestre do PIB da Alemanha desde 1970, e mostra que os gastos das famílias, os investimentos empresariais e as exportações despencaram durante a pandemia de Covid-19, segundo dados preliminares divulgados nesta quinta-feira. A queda do PIB alemão no segundo trimestre encerrou quase 10 anos de crescimento econômico.

— Agora é oficial, é a recessão do século— disse o economista do DekaBank Andreas Scheuerle. —O que até agora foi impossível de conseguir com as quebras dos mercados acionários ou os choques do preço do petróleo foi alcançado por uma minúscula criatura chamada Corona.

Na comparação anual, o Produto Interno Bruto da maior economia da Europa recuou 11,7% entre abril e junho, de acordo com dados ajustados sazonalmente da Agência Federal de Estatísticas. Analistas esperavam contração de 11,3% nessa base.

Tanto as exportações quanto as importações de bens e serviços colapsaram no segundo trimestre de 2020, assim como os gastos das famílias e o investimento em equipamentos. Mas os gastos estatais aumentaram.

sábado, 30 de maio de 2020

O bicho tá pegando na sede do Império


Vinícius Carvalho 

Gente, o bicho tá pegando FEIO em Minneapolis até agora, ao vivo, e se alastrando por todo país.

E não é apenas pela morte do Floyd. Esse foi o estopim.

A sensação que passa é que, a despeito do que acham dos Estados Unidos, como a democracia capitalista ideal, a realidade é muito diferente.

Estados Unidos também é um país desigual, com uma população pobre MASSACRADA pelo neoliberalismo, com um presidente PALHAÇO e debochado assim como o nosso.

A saúde pública praticamente inexiste, sem estado social, em meio a mais de 100 mil mortos pela COVID, sendo que dessas vítimas, 70% são negras e latinas.

Tem muita revolta represada por lá. Quando essa barragem estourar...

A gente tem falado aqui nesse perfil, o caldo está entornando por lá já faz tempo. A guinada progressista nos Estados Unidos é concreta e o que a impede ainda é o seu sistema eleitoral. Mas Estados Unidos vem "pendendo" à esquerda - seja culturalmente, seja politicamente - de forma estranha há um bom tempo.

Só que a desigualdade não vai esperar as urnas.

terça-feira, 5 de maio de 2020

Carnificina americana

Por Bradford DeLong
"Infelizmente, os Estados Unidos não estão nem perto desse cenário mais esperançoso. A epidemia nos EUA não está em queda e o governo de Donald Trump não deu indicações de que terá a crise sob controle em um futuro próximo"
Assim como o sistema político, a esfera pública dos EUA está quebrada.

Em 23 de abril de 2020, os Estados Unidos ultrapassaram a marca de 50 mil mortes confirmadas por covid-19, tornando-se o país mais atingido no mundo. Os EUA têm metade da população da Europa continental, mas 75% do número de mortes diárias.

Não sou epidemiologista. Mas se tivesse que dar um palpite, diria que, corrigida a subnotificação, o número real de mortes nos EUA que podem ser atribuídas ao coronavírus estaria mais perto de 75 mil. Outros países conseguiram colocar o número de novos casos diários em trajetória descendente. Caso a mantenham, dentro de poucos meses terão atingido o ponto em que podem manter o vírus relativamente contido por meio de medidas cuidadosas de isolamento, rastreamento dos contatos e testes.

Em 28 de abril, o número diário de mortes pela covid-19 na Itália e Espanha havia caído de mais de 700 para cerca de 350. Alemanha, Canadá e Turquia também pareciam estar revertendo a tendência, com menos de 200 mortes por dia. Na Irlanda, por agora, parece improvável que a contagem diária supere as 60 mortes. O Japão tem 20 mortes por dia, a Áustria, 12, e a Dinamarca, 10. Entre os países com menos de 10 mortes estão a Noruega e a Grécia (4), Austrália (3) e Nova Zelândia e Coreia do Sul. Em Hong Kong, ninguém está morrendo do vírus.

Nos EUA, há três semanas o número de novos casos confirmados por dia tem se mantido em cerca de 30 mil, enquanto os testes de covid-19 realizados por dia estão em cerca de 150 mil (com cerca de 20% dando sistematicamente positivo). Os EUA, portanto, parecem ter interrompido a aceleração da epidemia dentro de suas fronteiras: o número médio de novos casos resultantes de cada pessoa infectada (R[t]) não está mais tão acima de 1.

Mas ainda não está abaixo de 1. Então, em vez de desacelerar- se, a epidemia continua em ritmo constante.

Na ausência de uma vacina, epidemiologistas estimam que cerca de 70% dos americanos (230 milhões de pessoas) precisariam estar infectados até a população atingir a chamada imunidade de grupo. Se o vírus tiver taxa de mortalidade de 1%, a contagem final de mortos não ficaria apenas entre 50 mil e 75 mil,mas em 2,3 milhões. E isso presumindo que o sistema de saúde dos EUA consiga suportar a pressão de novos casos. Se não conseguir, a taxa de mortalidade aumentaria para mais de 1%, mas para quanto? Dois por cento? Três? Cinco? Se fosse de 3%, o número de mortos no país seria de quase 7 milhões.

Em contraste, se a epidemia estivesse em declínio, poderíamos começar a planejar o que vem depois do confinamento de sociedades inteiras: testes em massa de detecção do vírus e de seus anticorpos para determinar quem já pode estar imune. Os considerados resistentes ao vírus poderiam, talvez, receber pulseiras verdes ou algum tipo de sinal digital. Poderiam ser colocados para trabalhar em atividades essenciais que envolvam contato humano, enquanto os que ainda estivessem suscetíveis à infecção ficariam em casa, usariam máscaras em público, se manteriam a uma distância de 2 metros dos demais, lavariam as mãos e superfícies com frequência e assim por diante.

Nessa fase seguinte, o emprego e a economia poderiam começar a se recuperar e o surgimento de novos casos ficaria contido. O coronavírus sempre representará uma tragédia para os que perderam pessoas queridas, mas em termos gerais, passaria a ser mais um incômodo — um risco a ser minimizado até a chegada de uma vacina.

Infelizmente, os EUA não estão nem perto desse cenário mais esperançoso. A epidemia nos EUA não está em queda e o governo Trump não deu indicações de que terá a crise sob controle dentro do futuro próximo. Em vez disso, Rudy Giuliani, confidente e intermediário do presidente dos EUA, Donald Trump, desdenhou do protocolo necessário de testes e rastreamento como “ridículo”.

Pior, em recente entrevista coletiva, o próprio Trump sugeriu que o vírus poderia ser tratado injetando produtos químicos domésticos venenosos ou irradiando uma pessoa com luz ultravioleta (que, por acaso, é a forma usada em um episódio de Jornada nas Estrelas de 1967, “Operation – Annihilate!”, para matar parasitas que alteravam o comportamento dos infectados).

Também foi noticiado que Trump deu luz verde a um plano proposto pelo governador republicano da Geórgia para reabrir a economia do Estado. Desde então, ele voltou atrás, argumentando que é “cedo demais” para uma reabertura, mas a mensagem a sua base política já havia sido absorvida.

A governadora republicana Kristi Noem, da Dakota do Sul, um Estado que sobe rapidamente nos rankings de casos de covid-19 por milhão de pessoas, diz que o distanciamento social não funciona porque “99% das infecções” não estão acontecendo nos locais de trabalho, mas na casa das pessoas. Noem condenou as pessoas em outros Estados que “abrem mão de suas liberdades em troca de apenas um pouco de segurança”.

Assim como o sistema político americano, a esfera pública americana está quebrada. Infelizmente, como os senadores republicanos já decidiram em fevereiro que os crimes de responsabilidade de Trump não são suficientes para retirá-lo do poder, os EUA perderam a última chance que tinham de uma adoção de políticas sólidas e racionais.

Por enquanto, a epidemia avançará implacavelmente, matando cerca de 4 mil pessoas por dia e elevando a taxa de desemprego a inéditos 20%. Com uma taxa de mortalidade de 1%, 4 mil mortes por dia significam que 400 mil pessoas por dia contraem o vírus e começam a desenvolver uma resistência, pelo menos, temporária a ele. Dessa forma, a cada dia vamos estar 0,2% mais próximos da imunidade de grupo. No meio tempo, a situação pode mudar, talvez para melhor, mas mais provavelmente para pior.

J. Bradford DeLong , ex-vice-secretário assistente do Tesouro dos EUA, é professor de economia da Universidade da Califórnia em Berkeley e pesquisador associado do Gabinete Nacional de Análises Econômicas dos EUA. Copyright: Project Syndicate, 2020. www.project-syndicate.org

sábado, 4 de abril de 2020

EUA têm 22.962 casos de coronavírus em 24 horas e total passa de 300 mil


Do UOL, em São Paulo

Os Estados Unidos registraram, nas últimas 24 horas, mais 22.962 casos de infecção pelo novo coronavírus, segundo dados compilados pela Universidade Johns Hopkins. Agora, o país soma 300.915 casos confirmados de covid-19 —o maior número do mundo.

Ao todo, os EUA já registraram 8.162 mortes pela doença, ainda de acordo com a Johns Hopkins. Só de ontem para hoje, foram 1.010 novos óbitos.

O segundo país com mais casos no mundo é a Espanha, com 124.736. Itália (124.632), Alemanha (92.150) e França (90.842) vêm em seguida.

Todos esses números incluem infectados, curados e mortos.

EUA também têm recorde de mortos por dia

De quinta para sexta-feira, os EUA registraram 1.480 novas mortes pelo coronavírus, o maior índice diário no mundo.

Todos os 50 estados, o distrito de Columbia e outros territórios americanos têm registros de casos. O estado de Wyoming é o único que ainda não tem nenhuma morte.

Segundo publicado pela AFP, a força-tarefa da Casa Branca para a pandemia estima que entre 100 e 240 mil pessoas possam morrer no país, mesmo se a ordem de quarentena obrigatória for respeitada.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou hoje que as duas próximas semanas serão as mais duras na luta contra a covid-19. "Haverá muitas mortes, infelizmente, mas muito menos do que se nada tivesse sido feito", disse.

quinta-feira, 26 de março de 2020

EUA ultrapassam China em número de casos e viram novo epicentro do coronavírus


País governado por Donald Trump já tem 81.332 casos registrados. A China foi para o segundo lugar, com 81.285 pessoas infectadas, à frente da Itália, com 80.589

247 - Os Estados Unidos acabam de se tornar o novo epicentro da pandemia de coronavírus no mundo, ultrapassando a Itália. As informações podem ser acompanhadas neste link, em tempo real.

Com os dados atualizados nesta quinta-feira 26, o país governado por Donald Trump já tem 81.332 casos registrados. A China foi para o segundo lugar, com 81.285 pessoas infectadas, à frente da Itália, com 80.589.