segunda-feira, 8 de julho de 2019

Credibilidade internacional de Paulo Guedes acabou

Nelson de Sá


Com evidência de recessão, 'ninguém acredita' em Paulo Guedes
Segundo Reuters, 'sua partida pode não ser o cenário de pesadelo dos investidores que já foi um dia'
Agências despacham alertas de que “a maior economia da América Latina está escorregando para a recessão”. No enunciado da Bloomberg, “Queda na indústria é vista como evidência de recessão”.

Para economista da Capital Economics, “há boa chance de que o PIB tenha se contraído pelo segundo trimestre consecutivo”, recessão técnica.

Reuters, no perfil “Após seis meses, auréola do guru Paulo Guedes escorrega”, afirma: “Com a economia possivelmente em recessão, ninguém acredita” que vá acelerar neste ano, como ele havia prometido, se aprovada a Previdência.

Reforma que, no noticiário da agência, passou às mãos de Rodrigo Maia, da Câmara. Quanto a Guedes, encerra o texto, “sua partida pode não ser o cenário de pesadelo dos investidores que já foi um dia”.

Antes mesmo de Jair Bolsonaro levantar a taça para as câmeras, o noticiário externo já questionava “Como o presidente brasileiro abusou da Copa América” em “Autopromoção” e “Show de propaganda”, enunciados do alemão Die Welt.

O argentino Infobae e a Bloomberg se voltaram ao uniforme da CBF, sob os títulos, respectivamente, “A camiseta que divide um povo” e “Política começa a manchar a famosa camiseta verde e amarela”. Descrevem como está “mais e mais associada à direita” e “já não une mais”.

Antes e depois da final, veículos chinesesamericanosargentinos e até peruanos destacaram as acusações de Messi e outros, de que a Copa América foi "armada" para o Brasil de Bolsonaro vencer.
De Le Monde a Washington Post, os obituários de João Gilberto amontoaram qualificativos como “gênio”, “sutil e sensual”.

New York Times o descreve como “arquiteto da Bossa Nova”, que transformou em “símbolo de um Brasil jovem e confiante”.

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